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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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HGE realiza primeiro transplante de pele alógena (doada por outra pessoa)

Por: Itiruçu Notícias - domingo, 24 de março de 2019 - 0 Comentários


Equipe de transplantes do Hospital Geral do Estado (HGE) realizou o primeiro transplante de pele alógena (doada por outra pessoa) em uma unidade da rede própria da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).  O único transplante de pele ocorrido no Estado foi em 2015, no Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), unidade federal.

O procedimento realizado na ultima sexta-feira (22) beneficiou uma menina de 16 anos, que teve queimadura de 3º grau em 40% do corpo, após sofrer um acidente de carro, pois o veículo pegou fogo. Ela estava internada no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do HGE há três semanas, quando conseguiu passar pelo procedimento, que vai recuperar sua camada de pele.

O cirurgião plástico Marcus Barroso, coordenador do setor de transplantes e do Centro de Queimados do HGE, explicou que o departamento foi recém-habilitado e de agora em diante passará realizar o procedimento.

Ele contou que a pele para a menor R.D.F veio do banco de pele da Universidade de São Paulo (USP), de um único doador, pois a Bahia ainda não conta com esse serviço. De acordo com  Barroso, embora esse transplante não exija compatibilidade, como ocorre com a doação de outros órgãos, a pele passa por um preparativo rigoroso, que inclui diversos exames, para não ocorrer nenhuma reação adversa no paciente.


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