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Heron Castro recebe apoio do deputado mais votado da Bahia

As eleições 2020 caminha mesmo para ter três candidatos em Itiruçu. Nesta sexta-feira (09) o nome do empresario Heron Castro voltou a ficar em destaque.
Segundo informações o empresario recebeu o convite do Deputado Federal Pastor Sargento Isidório (AVANTE) para um encontro tendo como tema as eleições 2020 e os apoios políticos.
A decisão do Deputado Isidoro foi tomada após avaliações do cenário político no município.
O Deputado Federal Pastor Sargento Isidório foi o mais votado da Bahia, com 323 mil votos nas ultimas eleições. No encontro foram discutidos diversos assuntos, entre eles, o Deputado deixou o Partido Avante a disposição de Heron Castro para sua candidatura em 2020 além de seu apoio político. ..CONTINUE LENDO

HISTÓRIAS QUE O POVO CONTA

A história que o povo conta; O Retratista

Este veículo marcou época em Itiruçu, no final da década de 60 e início da década de 70. De cor provavelmente verde-escura e ano de fabricação 1954.
Estacionada em frente ao Grupo Escolar Francisco Mangabeira, atual Secretaria de Educação , tendo a bordo: ...
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EDITORIAL

A Fé realiza os desejos de nossos corações


A Fé é acreditar que uma coisa é verdade e agir de acordo com essa crença. Todo mundo tem fé em alguma coisa. A Bíblia diz que devemos ter fé em Deus e no Seu poder para mudar nossa vida. Somos salvos pela fé em Jesus.
“Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa àqueles que o buscam.” - Hebreus 11:6.
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Maduro anuncia rompimento de relações com Colômbia

Por: Redação Itiruçu Notícias - sábado, 23 de fevereiro de 2019 - 0 Comentários


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, rompeu relações diplomáticas com Bogotá neste sábado, pouco depois de soldados venezuelanos dispararem balas de borracha e de gás contra manifestantes que pressionam na fronteira para garantir a entrada da ajuda humanitária que se deslocou em caminhões da Colômbia.

O líder da oposição da Venezuela, Juan Guaidó, que dezenas de países reconhecem como o presidente interino da nação petroleira, busca contribuições da Colômbia, do Brasil e também de Curaçao para enfrentar a profunda crise econômica e a escassez sofrida pela nação petroleira.

Desafiando a pressão da comunidade internacional para abandonar o poder, o cada vez mais isolado Maduro novamente rejeitou a ajuda e disse que a iniciativa mascarou uma tentativa de golpe da oposição com o apoio de Washington.

"Estou mais duro do que nunca nesta floresta, de pé firme, governando esta terra natal", disse Maduro diante de milhares de partidários que se reuniam em uma avenida de Caracas em uma marcha chamada "em defesa da revolução". "Soberano coñazo (soco) estamos entrando no golpe, a intervenção gringa", gritou ele.

E minutos depois, ele anunciou o rompimento das relações com a Colômbia. "Decidi romper todas as relações políticas e diplomáticas com o governo fascista da Colômbia e todos os seus embaixadores e cônsules devem partir em 24 horas da Venezuela", disse ele.

Da cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta, Guaidó acompanhou a partida dos caminhões com o líder colombiano, o conservador Ivan Duque, em um depósito onde toneladas de suprimentos enviados pelos Estados Unidos e outros países foram armazenados.

"A ajuda humanitária está definitivamente indo para a Venezuela pacificamente e silenciosamente para salvar vidas", disse Guaidó ao receber formalmente a ajuda de Duque, e logo depois ele próprio subiu em um caminhão na entrada para a fronteira, fechado do lado venezuelano.

Mas enquanto os caminhões avançavam, na vizinha cidade venezuelana de San Antonio, as forças de segurança leais a Maduro dispararam gás lacrimogêneo e balas de borracha em uma marcha de simpatizantes que se dirigiam à ponte fronteiriça Simón Bolívar para receber ajuda.

Os manifestantes responderam jogando pedras nas forças de segurança, enquanto no lado colombiano uma corrente humana foi formada com a intenção de se preparar para passar as caixas com ajuda. "Eles estão massacrando o povo da Venezuela em Santa Elena de Uairén e em San Antonio", disse Guaidó.

A ponte, principal passagem entre os dois países, ainda estava bloqueada por membros da Guarda Nacional venezuelana. (Reportagem de Anggy Polanco e Nelson Bocanegra)
Informações Reuters


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