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Heron Castro recebe apoio do deputado mais votado da Bahia

As eleições 2020 caminha mesmo para ter três candidatos em Itiruçu. Nesta sexta-feira (09) o nome do empresario Heron Castro voltou a ficar em destaque.
Segundo informações o empresario recebeu o convite do Deputado Federal Pastor Sargento Isidório (AVANTE) para um encontro tendo como tema as eleições 2020 e os apoios políticos.
A decisão do Deputado Isidoro foi tomada após avaliações do cenário político no município.
O Deputado Federal Pastor Sargento Isidório foi o mais votado da Bahia, com 323 mil votos nas ultimas eleições. No encontro foram discutidos diversos assuntos, entre eles, o Deputado deixou o Partido Avante a disposição de Heron Castro para sua candidatura em 2020 além de seu apoio político. ..CONTINUE LENDO

HISTÓRIAS QUE O POVO CONTA

A história que o povo conta; O Retratista

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EDITORIAL

A Fé realiza os desejos de nossos corações


A Fé é acreditar que uma coisa é verdade e agir de acordo com essa crença. Todo mundo tem fé em alguma coisa. A Bíblia diz que devemos ter fé em Deus e no Seu poder para mudar nossa vida. Somos salvos pela fé em Jesus.
“Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa àqueles que o buscam.” - Hebreus 11:6.
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Onda de ataques no Ceará é considerado com terrorismo

Por: Redação Itiruçu Notícias - domingo, 13 de janeiro de 2019 - 0 Comentários


A onda de ataques que se espalhou pelo Ceará entrou neste sábado (12) no décimo primeiro dia, diante de uma população assustada por atos de vandalismo, que o presidente Jair Bolsonaro qualificou de "terrorismo" e que o envio da Força Nacional de Segurança não conseguiu frear.
"Suas ações, como incendiar, explodir... bens públicos ou privados, devem ser tipificados como TERRORISMO", tweetou esta manhã o presidente.

Desde o início dos distúrbios, em 2 de janeiro, as autoridades locais contabilizaram mais de 200 ataques em 43 cidades cearenses e a Polícia deteve mais de 330 pessoas.
Esta onda de violência foi desatada depois que o novo secretário estadual de Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, anunciou um endurecimento das condições da detenção para impedir que facções criminosas comandem suas operações de dentro dos presídios.

Nos últimos dez dias, integrantes de bandos de narcotraficantes atacaram bancos, ônibus e inclusive delegacias, semeando o medo na população de um dos estados mais violentos do país, com nove milhões de habitantes.
Os ataques  que começaram na capital, Fortaleza, e se estenderam depois para o interior do estado - afetaram a circulação de ônibus, a coleta de lixo e o funcionamento de lojas.
"Na realidade, é insegurança total porque ficou bem complicado. A gente está à mercê dos bandidos", contou à AFP Juliana Monteiro, uma caixa de 31 anos que trabalha em Fortaleza e que há dias não sabe como voltar para casa depois do expediente.

Na madrugada deste sábado, criminosos derrubaram uma torre de transmissão de energia elétrica em Maracanaú, arredores de Fortaleza, onde alguns bairros ficaram sem luz durante horas. Uma bomba também explodiu na porta de uma concessionária de veículos.
A chegada de 300 homens da Força Nacional de Segurança, há uma semana, diminuiu a intensidade dos ataques, mas não conseguiu erradicá-los, e por isso um novo contingente de 200 homens foi enviado na terça-feira.

Embora seja possível ver efetivos desta força patrulhando as ruas de Fortaleza, os altos de vandalismo continuaram, afetando também o turismo em um estado com praias paradisíacas e muito procurado no verão.
O governador do Ceará, Camilo Santana, do PT, havia pedido em duas oportunidades o envio da Força Nacional antes de o novo ministro da Justiça, Sérgio Moro, autorizá-la na sexta-feira passada.
Na quinta, Santana disse que os atos de violência eram uma reação do crime organizado à suspensão de privilégios nos presídios feita por seu governo e que ele não pensa voltar atrás.

Os planos de sua administração, em especial do secretário de Administração Penitenciária, desataram a ira de facções de narcotraficantes, que chegaram a deixar suas rivalidades internas de lado para intensificar os ataques.
Estas mudanças, que pretendem reduzir a criminalidade no terceiro estado com maior taxa de homicídios do país, incluem o bloqueio de sinais de celulares nas prisões e o fim da separação de detentos por facções que controlam os presídios.

O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, atrás de Estados Unidos e China, com quase 730.000 detentos em 2016. As penitenciárias sofrem com superlotação e são frequentemente cenário de confrontos brutais entre facções do crime organizado


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