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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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A brincadeira do "desafio dos dez anos" pode não ser tão inofensiva assim

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 18 de janeiro de 2019 - 0 Comentários


Se você abrir suas redes sociais nesta semana, uma das primeiras publicações que vai encontrar é uma comparação de fotos de como seu amigo está hoje e de como ele era 10 anos atrás. O “desafio dos dez anos“, compartilhado por meio da hashtag em inglês #10yearchallenge, ganhou repercussão no mundo todo.
Muita gente fez parte da brincadeira, mas, com certeza, quase ninguém enxergou a perspectiva de que esse meme inofensivo também pode ser uma ampla fonte de informações para que empresas treinem inteligências artificiais para reconhecerem idades e identificarem padrões de transformação ao longo dos anos.

Quem chamou atenção para esse ponto foi a especialista em tecnologia e empreendedora Kate O’Neill, que publicou em seu Twitter: “Eu há dez anos: provavelmente teria entrado na brincadeira e postado minhas fotos no Facebook e Instagram. Eu hoje: penso em como todos esses dados podem ser usados para treinar algoritmos de reconhecimento facial para reconhecerem o envelhecimento e sua progressão” (em tradução livre).

Após a viralização de sua publicação, Kate disse à revista Wired que não tinha a intenção de afirmar que o “desafio” era inerentemente perigoso, mas que acredita que este é um cenário amplamente plausível e reconhecimento facial é uma tendência que as pessoas devem estar cientes. Para ela, é importante considerar a profundidade e a amplitude dos dados pessoais que são compartilhados, muitas vezes, sem pensar.

Em resposta a ela, muitos internautas afirmaram que a maioria das pessoas já têm contas em redes sociais há 10 anos ou mais, portanto essas fotos já estavam disponíveis há décadas. O’Neill argumenta que, usando esse método, talvez haja muito ruído entre os dados. “Em outras palavras, ajudaria ter um conjunto simples e rotulado de fotos de antes e depois”, afirmou.

Apesar de ser a autora da crítica, Kate defende que também há aplicações positivas para a tecnologia. Reconhecimento facial e progressão de idade poderiam ajudar a encontrar crianças desaparecidas, por exemplo.
De acordo com ela, no ano passado, a polícia de Nova Delhi, na Índia, achou quase 3 mil crianças desaparecidas em apenas quatro dias usando a tecnologia de reconhecimento facial. Crianças que sumiram há muito tempo podem se beneficiar dos algoritmos capazes de prever a aparência delas no futuro.

Para o mercado da publicidade e marketing, o uso da tecnologia poderia contribuir para a adaptação de propagandas a diferentes grupos etários, mudando o rosto dos personagens da campanha de acordo com a idade da pessoa que está assistindo ao vídeo.
Em um cenário mais pessimista, Kate alerta que a capacidade de identificar o envelhecimento pode ser usada por empresas do setor de saúde e seguros. “Se você parece envelhecer mais rápido do que seus pares, talvez isso represente um risco maior para o seu plano de saúde”, diz ela.

De qualquer forma, o fato é que, de fato, as pessoas são uma enorme fonte de dados para a tecnologia. “Nossos dados são o combustível que torna os negócios mais inteligentes e mais lucrativos. Devemos demandar que as empresas os tratem com o respeito devido. Mas também precisamos tratar nossos dados com respeito”, conclui Kate.


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