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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Juri popular condena homens acusados de homicídios em Itiruçu

Por: Ed Santos - segunda-feira, 10 de dezembro de 2018 - 0 Comentários



Em júri popular na última sexta feira (7), na Câmara de vereadores de Itiruçu, a justiça condenou mais uma vez o jovem Uilton de Jesus Santos, natural de Itapetinga, foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado pela morte de Alessandro Cordeiro dos Santos, de 30 anos, conhecido por Nâna, morto dentro de sua residência na Rua do Café a tiros e com uma pedrada, por dividas com entorpecentes, crime ocorrido em 6 de Abril de 2015. No mesmo julgamento foi condenado a 15 anos de reclusão também pela participação na mesma morte o jovem Rodrigo Senhora, natural de Jaguaquara. Segundo informações por ter confessado, Uilton teve a pena menor de 15 para 14 anos, já Rodrigo, não teve redução, pois negou participação no crime.

Segundo a polícia e o Promotor de Justiça Dr Lúcio Meira Mendes, que presidia a peça de acusação, em depoimento Uilton teria confirmado a participação de Rodrigo num primeiro depoimento. Em seguida ele em outro depoimento negou. Inclusive no dia da audiência Uilton disse que fez o crime só, afirmação que não convenceu o promotor que argumentava ao jurado dos indícios que comprovava a participação de Rodrigo, que por fim pegou pena maior.

O advogado de defesa Nilton Sena tentou inocentar seu cliente Rodrigo, e uma condenação mais branda para Uilton argumentando que as acusações da peça policial era uma farsa, mas não obteve êxito ao ser rebatido pela promotoria.

O júri foi presidido pela juíza da Comarca Drª Andreia Sodré Leal Palmarela, titular da comarca.

Uilton já havia sido condenado no dia 10 de maio de 2017 a 14 anos de prisão em regime fechado pela morte de Adaílson Brito Santana, vulgo Caqui, 39 anos, crime ocorrida em 04/04/2015. Na época Caqui foi encontrado morto  na Rua Galdino Oliveira, travessa com a Rua Adolfo Elias de Andrade, no Centro de Itiruçu, na imediações do Colégio Municipal Adalício Silva Novaes.

Em júri popular na última sexta feira (7), na Câmara de vereadores de Itiruçu, a justiça condenou mais uma vez o jovem Uilton de Jesus Santos, natural de Itapetinga, foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado pela morte de Alessandro Cordeiro dos Santos, de 30 anos, conhecido por Nâna, morto dentro de sua residência na Rua do Café a tiros e com uma pedrada, por dividas com entorpecentes, crime ocorrido em 6 de Abril de 2015. No mesmo julgamento foi condenado a 15 anos de reclusão também pela participação na mesma morte o jovem Rodrigo Senhora, natural de Jaguaquara. Segundo informações por ter confessado, Uilton teve a pena menor de 15 para 14 anos, já Rodrigo, não teve redução, pois negou participação no crime.

Segundo a polícia e o Promotor de Justiça Dr Lúcio Meira Mendes, que presidia a peça de acusação, em depoimento Uilton teria confirmado a participação de Rodrigo num primeiro depoimento. Em seguida ele em outro depoimento negou. Inclusive no dia da audiência Uilton disse que fez o crime só, afirmação que não convenceu o promotor que argumentava ao jurado dos indícios que comprovava a participação de Rodrigo, que por fim pegou pena maior.

O advogado de defesa Nilton Sena tentou inocentar seu cliente Rodrigo, e uma condenação mais branda para Uilton argumentando que as acusações da peça policial era uma farsa, mas não obteve êxito ao ser rebatido pela promotoria.

O júri foi presidido pela juíza da Comarca Drª Andreia Sodré Leal Palmarela, titular da comarca.

Uilton já havia sido condenado no dia 10 de maio de 2017 a 14 anos de prisão em regime fechado pela morte de Adaílson Brito Santana, vulgo Caqui, 39 anos, crime ocorrida em 04/04/2015. Adaílson, popular Caqui, foi encontrado morto  na Rua Galdino Oliveira, travessa com a Rua Adolfo Elias de Andrade, no Centro de Itiruçu, defronte a Escola Municipal Adalício Novaes, na 07 Portas. 
Das condenações a defesa poderá recorrer.


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