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Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Ex-assessor dos Bolsonaro falta pela 2ª vez a depoimento no MP

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 21 de dezembro de 2018 - 0 Comentários


Pela segunda vez consecutiva, o ex-motorista do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício José Carlos Queiroz, faltou a um depoimento marcado na sede do Ministério Público Estadual do Rio (MP-RJ).

A oitiva, programada para a tarde desta sexta-feira (21), serviria para esclarecer as transações atípicas de 1,2 milhão de reais em sua conta. A movimentação foi apontada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
 
O depoimento de Queiroz estava previsto para quarta-feira (19), mas, segundo os advogados, ele teve uma “inesperada crise de saúde” e não pode comparecer.
Sua defesa alegou também que não houve tempo hábil para analisar os autos da investigação. Eles solicitaram cópias dos documentos.

Em nota, o MP afirmou que advogado do investigado compareceu à sede do MP-RJ, às 14h, para informar que seu cliente “precisou ser internado na data de hoje, para realização de um procedimento invasivo com anestesia, o que será devidamente comprovado, posteriormente, através dos respectivos laudos médicos”. A defesa se comprometeu a apresentar os referidos laudos até o dia 28.

O MP-RJ afirmou ainda que dando prosseguimento às investigações será enviado oficio ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) sugerindo o comparecimento do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, no dia 10 de janeiro, para que preste esclarecimentos acerca dos fatos.

O ex-PM trabalhou durante cerca de dez anos com Flávio e foi seu motorista na Alerj. Registrado como assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz também era segurança do filho de Bolsonaro. Queiroz foi exonerado do gabinete no último dia 15 de outubro.
Investigação

O depoimento de Queiroz seria para esclarecer a movimentação “atípica” identificada pelo Coaf de R$ 1,2 milhão, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
O documento cita um repasse de R$ 24 mil para a futura primeira-dama Michelle Bolsonaro — o presidente eleito disse que se tratava do pagamento de uma dívida antiga do policial militar com ele.

De acordo com a Revista Veja, uma das contas de Queiroz recebeu transferências bancárias de sete servidores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que passaram pelo gabinete do filho do presidente eleito.
Além dos servidores, o próprio Fabrício Queiroz depositou 94.812 reais em sua conta, que é do banco Itaú e a agência fica em Freguesia, bairro da zona oeste da cidade do Rio.


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