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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Caminhoneiros por WhatsApp planeja nova paralisação

Por: Redação Itiruçu Notícias - terça-feira, 4 de dezembro de 2018 - 0 Comentários

Caminhoneiros querem que a ANTT condicione a emissão do código identificador de operação de transporte (Ciot)



Caminhoneiros autônomos começam a organizar dentro de grupos de WhatsApp uma nova paralisação da categoria contra o descumprimento do piso mínimo do frete. A greve aconteceria em 22 de janeiro, dois dias depois da reunião que deve ocorrer na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para discutir o reajuste da tabela de frete.

Para encerrar a greve dos caminhoneiros de maio, o governo Michel Temer aceitou uma série de exigências, como a criação da tabela com preços mínimos do frete e redução do preço do diesel. O problema, segundo lideranças da categoria, é que a maioria das empresas descumpre a tabela e não sofre nenhuma punição, pois falta fiscalização da ANTT. “Pouquíssimas empresas pagam o piso mínimo, talvez uns 2%. O restante continua igual, paga o que quer”, afirma Ivar Luiz Schmidt, porta-voz do Comando Nacional do Transporte.

Agora, os caminhoneiros querem que a ANTT condicione a emissão do código identificador de operação de transporte (Ciot) ao cumprimento da tabela de piso mínimo do frete. Sem esse código, o caminhão não pode carregar a carga.  A mensagem que circula em grupos de WhatsApp que segundo  a "Veja"  teve acesso

Bruno Tagliari, uma das lideranças dos caminhoneiros no sul do país, diz que o novo protesto será pacífico. “A orientação é que o caminhoneiro pare em casa ou em algum posto de parada na estrada. Que não interrompa o trânsito nas estradas.”

Segundo ele, a data de 22 de janeiro foi escolhida porque seria o tempo necessário para discutir o piso mínimo do frete, que será alvo de uma reunião no dia 20. “Se nada for feito até o dia 22, vamos ter que parar.”


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