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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)

O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Clima quente nos embates entre Lula e a nova juíza da Lava Jato

Por: Redação Itiruçu Notícias - quinta-feira, 15 de novembro de 2018 - 0 Comentários

Lula enfrenta juíza federal substituta em debate  que diz: "é melhor o senhor parar com isso”,


Lula

Assim como o juiz federal Sergio Moro, que deixará a magistratura para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro, a juíza federal substituta Gabriela Hardt também teve embates com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ficar frente a frente com ele durante uma audiência de processo da Operação Lava Jato. cim ininformações d

No interrogatório de Lula na ação envolvendo o sítio de Atibaia (SP), nesta quarta-feira, 14, foram três os momentos de tensão entre o petista e a magistrada.

Logo no início do depoimento, a juíza perguntou se o ex-presidente sabia do que era acusado no processo. Lula respondeu que não e gostaria que ela explicasse. Gabriela, então passou a citar as acusações pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suposto recebimento de propinas de empreiteiras por meio de obras na propriedade do interior paulista.

O petista, em seguida, replicou: “Eu sou dono do sítio ou não?”. Do outro lado, Gabriela Hardt deu uma resposta ríspida. “Isso é o senhor que tem que responder não eu, doutor, e não estou sendo interrogada nesse momento. Senhor ex-presidente, esse é um interrogatório, e se o senhor começar nesse tom comigo a gente vai ter problema. Então vamos começar de novo, eu sou a juíza do caso e vou fazer as perguntas que eu preciso para que o caso seja esclarecido para que eu possa sentenciá-lo ou algum colega possa sentenciá-lo”, cortou.

O advogado Roberto Batochio, que defende Lula, interrompeu a altercação e alegou que o ex-presidente poderia se manifestar como quisesse. A magistrada rebateu: “ele responde respondendo e não fazendo perguntas ao juízo ou à acusação”.

“Pelo que eu sei é meu tempo de falar”, afirmou Lula, que ouviu de Gabriela que “é o tempo de responder minhas perguntas, não vou responder interrogatório nem questionamentos aqui, está claro? Está claro que não vou ser interrogada?”.

O petista ainda disse que “não imaginou” que seria assim. A juíza replicou: “eu também não imaginava, então vamos começar com as perguntas, eu já fiz um resumo da acusação e vou fazer perguntas, o senhor fica em silêncio ou o senhor responde”.
‘Instigando’ petistas

O segundo embate entre Lula e Gabriela Hardt ocorreu já no final do interrogatório, quando o ex-presidente criticou o famoso PowerPoint utilizado pelo Ministério Público Federal (MPF) ao apresentar a denúncia contra ele no caso do tríplex do Guarujá (SP).

“Eu, se fosse presidente do PT, pediria para que todos os filiados do PT no Brasil inteiro, prefeitos, deputados, abrissem processo contra o Ministério Público para ele provar o PowerPoint”, cutucou.

A juíza não gostou nada da sugestão do petista e disse que ele estava “intimidando” os procuradores. “O senhor está intimidando a acusação assim, senhor presidente. Por favor vamos mudar o tom, o senhor está intimidando, está instigando e está intimidando a acusação. Eu não vou permitir. O senhor não fale isso de novo, o senhor está estimulando os filiados ao partido a tumultuarem o processo e os trabalhos, se isso acontecer o senhor será responsável”, repreendeu Gabriela.

Após uma breve intervenção de Cristiano Zanin Martins, outro defensor do ex-presidente, a magistrada continuou a bronca: “você tumultuar a Justiça por meio de diversas ações que você tem que responder, contestar, prestar informação, isso é intimidar, porque nos tira do nosso trabalho diário para ter que ficar respondendo intimações, informações e questões que não são pertinentes”.
A ‘amizade’ entre Moro e Youssef

O terceiro e último momento de tensão entre réu e juíza aconteceu pouco após o segundo, já na fase de perguntas do próprio Zanin a Lula. O advogado questionava o petista sobre o processo de escolha de diretores de estatais e o ex-presidente disse que a Lava Jato inovou ao investigar os processos de indicações na Petrobras. Aproveitou, então, para dizer que a “novidade” talvez se devesse à “amizade” entre Sergio Moro e o doleiro Alberto Youssef.

“No caso da Petrobras, houve essa questão de jogar a suspeita sobre a indicação de pessoas. É triste, mas é assim, possivelmente por conta de que o delator principal é Youssef, que era amigo do moro desde o caso do Banestado”, criticou.

Sem se dirigir a Lula, mas a seu advogado, Gabriela Hardt respondeu que “ele não vai fazer acusações a meu colega aqui”.

“Não estou acusando, estou constatando um fato”, rebateu Lula. “Não é um fato, porque o Moro não é amigo do Youssef, nunca foi”, afirmou a magistrada na tréplica. “Mas manteve ele sob vigilância oito anos”, insistiu o petista. “Ele não ficou sob vigilância oito anos e é melhor o senhor parar com isso”, advertiu Gabriela.
Fonte Veja


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