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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)

O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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Homem é vítimas de trabalho escravo em fazenda da familia Argôlo

Por: Redação Itiruçu Notícias - sábado, 20 de outubro de 2018 - 0 Comentários

O  Homem vitima de trabalho escravo na Fazenda Riachão, pertence a Manoelito Argôl. 



Uma operação resgatou nesta semana pai e filho vítimas de trabalho escravo na Fazenda Riachão, em Entre Rios, no agreste baiano. A fazenda pertence a Manoelito Argôlo dos Santos, ex-prefeito de Entre Rios, dono de diversas fazendas de gado e pai do ex-deputado federal Luiz Argôlo, que cumpre pena de 11 anos e 11 meses em regime fechado após condenação na Operação Lava-Jato. 
A dívida trabalhista com os empregados supera R$ 150 mil. Os representantes dos empregadores se recusou a realizar os pagamentos.
A força-tarefa contou com a participação de membros do Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA), auditores fiscais do Trabalho, da Polícia Rodoviária Federal e da Secretaria Estadual de Justiça Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, que integram a Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-BA). A equipe de fiscalização encontrou diversas irregularidades trabalhistas e o trabalhador que vivia com o filho em um alojamento com péssimas condições de saúde e higiene, sem água potável. Nenhum empregado das fazendas tinha carteira de trabalho assinada. O MPT deve mover uma ação civil pública contra os donos da fazenda.


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