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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Empresária de 51 anos, implorou para própria filha não matá-la

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 12 de outubro de 2018 - 0 Comentários

Filha e namorado teriam usando formol, fitas e sacos plásticos cometer o assassinato



A última conversa entre Dircelene Botelho, 51, e sua filha, Paloma Botelho de Vasconcelos, 21, que confessou o assassinato da mãe.
_Não me mate, filha! Sou sua mãe. E te amo!
_Eu não tenho mãe.
O crime foi cometido com ajuda do namorado de Paloma, Gabriel Neves, 26. O assassinato chocou a cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.
A morte aconteceu no quarto da vítima. “Se mãe e filha têm uma briga e, numa discussão acalorada, uma empurra a outra e alguém bate com a cabeça numa mesa, por exemplo, e morre, é uma coisa, uma fatalidade. Mas, quando uma pessoa planeja com requintes de detalhes a morte da própria mãe e ainda faz simulações para esconder o crime, abrindo o portão de casa às escondidas para que o cúmplice, o namorado, entre agachado, é assassinato. Ainda não estou com a razão plena. Estou meio abobalhado. Sem querer acreditar no que aconteceu. Ela me pediu para comprar formol dizendo que seria para fortalecer suas unhas. Até que ponto ela poderia ir?”, disse o viúvo de Dircelene, Manuel da Silva ao jornal “Extra”.
O delegado responsável pelo caso, André Prates Fraga, da 105ª DP (Petrópolis) disse que a perícia constatou que Dircelene morreu por asfixia mecânica por sufocação. Conforme informações da Polícia Civil, Paloma Vasconcelos disse em depoimento que começou a planejar a morte da mãe após ser obrigada a abortar um bebê em 2017.
Segundo ela, sua mãe a convenceu a abortar e pagou pelo procedimento em uma clínica na cidade de Cabo Frio, no litoral fluminense. Paloma chegou a pesquisar maneiras de matar a mãe na internet e, em uma das tentativas que não se concretizou, colocou herbicida no vinho da mãe.
A morte de Dircelene passou a ser investigada pela polícia após o padrasto de Paloma entregar imagens de uma câmera instalada de frente para o armário no quarto do casal. O padrasto e DIrcelene haviam instalado a câmera porque suspeitavam que Paloma estava furtando dinheiro que a comerciante guardava em casa.


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