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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Deputado mais votado da Bahia declara apoio a Haddad

Por: Redação Itiruçu Notícias - quinta-feira, 18 de outubro de 2018 - 0 Comentários

Pastor Sargento Isidório critica bancada evangélica



Conhecido por declarações polêmicas na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Pastor Sargento Isidório (Avante) vai assumir mandato na Câmara, em fevereiro, na condição de deputado federal mais votado de seu estado, com 323.264 votos. Antes mesmo de chegar ao Congresso, Isidório já chama a atenção.
Segundo o Congresso em foco, o pastor da Assembleia de Deus, sargento da Polícia Militar diz que não vai integrar duas das mais poderosas frentes parlamentares da Casa, a evangélica e a da segurança pública, também conhecida como bancada da bala. O motivo, segundo ele, é o apoio dado pela maioria dos colegas evangélicos e militares à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência.
Para o parlamentar baiano, não há como conciliar o discurso de Bolsonaro, que contempla o armamento da população e a anistia para policiais que matarem em serviço, com a fé cristã. “Quem lê a Bíblia sabe que Jesus disse 'amai-vos uns aos outros'. Não tem lugar nenhum Jesus dizendo para matar. Tem um bocado de evangélico defendendo isso”, critica.
“Existe a possibilidade de ganhar a eleição quem está pregando que polícia que não mata não é polícia, derramamento de sangue e tortura. Estou preocupado. Duvido que os oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica queiram voltar para a ditadura”, explica.
Pastor Sargento Isidório critica também a ausência do candidato do PSL nos debates. “Sou militar, eu tinha tudo pra apoiar o Bolsonaro, mas quando vi ele não ir a debate e fazer discurso que ofende jornalista e mulheres, tudo isso fez eu decidir meu voto”, afirma.
O pastor diz que tinha ressalvas à candidatura de Fernando Haddad (PT), mas mudou de ideia após conhecer melhor o petista. “Votarei no Haddad, ele não é o homossexual que eu pensava. É casado há 30 anos com a mesma mulher, tem filhos. Tudo que eu pensava foi desconstruído. Procurei ver os vídeos, a gente sabe que é tudo fake news”, justifica.
A relação de Isidório com a comunidade LGBT é conflituosa. Ele se identifica como ex-gay e já afirmou em várias ocasiões que teme recaídas. O pastor condena a LGBTfobia, mas afirma ter uma “luta grande contra a homossexualidade”. “Eu não defendo a cura gay porque fica parecendo que são doentes, eu defendo a libertação, que eu sou exemplo disso. Cada um faz o que quer com seu corpo, só não pode se queixar com Deus. Não pode ser violentado, não podem ser excluídos nem espancados ou mortos, porque são pessoas que têm vida, que pagam impostos, são seres humanos”, afirma.
O militar conta que deixou de ser homossexual há pouco menos de 30 anos. Na época, afirma, era alcoólatra, fazia uso de maconha e “planejava assaltos”. A mudança de vida, segundo ele, veio por meio da religião. “Conheci a palavra de Deus através da Bíblia e passaram as coisas velhas, a Bíblia diz que nenhuma condenação para quem está em Jesus Cristo”, explica. Ele também atribui a cura do HIV à fé, embora nunca tenha feito exame para confirmar se de fato possuía o vírus.
Isidório afirma pregar o mesmo pensamento de libertação e perdão na Fundação Dr. Jesus, instituição que administra em Candeias (BA) para tratamento de dependentes químicos. O combate às drogas é uma das principais bandeiras do parlamentar. A instituição apareceu na campanha de Isidório à Câmara dos Deputados, na qual ele se autointitulou como “doido federal”. Em um vídeo conjunto com o filho João Isidório, eleito deputado estadual pela Bahia, o pastor dança e faz acrobacias ao som de  “Agora é a vez do doido/O maluco quer acabar com as drogas”.


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