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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Bolsonaro compara as execursões da ditadura com mortes do Carnaval

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 12 de outubro de 2018 - 0 Comentários

Candidato tem como ídolo o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra acusado de ser torturador na Ditadura Militar



 Em entrevista à rádio CBN nesta quinta-feira (11), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse que o número de mortos e desaparecidos durante o período da ditadura militar é comparável ao de vítimas durante o Carnaval. O candidato ainda ironizou a classificação do período como "ditadura militar" ao dizer que a imprensa trabalhava com liberdade.
"Comparar o que aconteceu entre 1964 e 1985 a uma ditadura é o fim da picada. Desapareceram 400. Morreram pessoas em que circunstâncias? Hoje morre isso no Carnaval e e não se fala nada", disse Bolsonaro.
Relatório da Comissão Nacional da Verdade apontou 434 mortos no período entre 1946 e 1988. Em 2018, 103 pessoas morreram nas estradas no período do Carnaval.
Ele também defendeu aquele que identifica como seu ídolo, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado por familiares de mortos na ditadura, ex-presos políticos e pelo Ministério Público Federal de crimes como torturas, assassinatos e desaparições forçadas.
"Quando você fala no coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, não teve nenhuma condenação transitada e julgada contra ele. Você não pode acusá-lo disso. Agora, o outro lado que cometeu barbaridades vocês nunca condenam. Eu sempre falei que houve excessos dos dois lados. Não defendo ditadura nenhuma, até porque ditadura militar, onde aparece a TV Globo em 1965 e revista Veja em 1968, a imprensa funcionava a todo vapor, pelo amor de Deus", afirmou Bolsonaro.


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