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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Artista visual Maria Adair apresenta exposição Oitenta

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 14 de setembro de 2018 - 0 Comentários

A artista comemora nova idade com memórias utilizadas que vão da infância entre as cidades de Itiruçu e Maracás.






A arte vai servir para contar uma história com começo e meio, mas sem fim. Essa é a proposta da artista visual a Itiruçuense  Maria Adair para a exposição Oitenta, que comemora, desde o título, a idade completada recentemente pela renomada professora da Escola de Belas Artes. A mostra, foi aberta nesta quinta-feira (13), às 19h, e acontece na Paulo Darzé Galeria, localizada no Corredor da Vitória, prosseguindo até o dia 6 de outubro de segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábado, das 9h às 13h.
Com mais de 100 obras inéditas e entrada gratuita, a exposição faz um passeio pela trajetória pessoal e artística de Adair através de uma narrativa cronológica. Guiada por lembranças, a artista faz reflexões sobre aprendizados obtidos em suas diversas fases. Assim, as memórias utilizadas vão da infância entre as cidades de Itiruçú e Maracás, passando pelo período em que viveu nos Estados Unidos e na Europa, e chegando até os dias atuais.
Apesar das mais de 50 telas expostas, Adair comprova não estar condicionada a elas para fazer a sua arte. Ela utiliza de qualquer objeto existente para criar novas pinturas. Como suportes para sua arte multicolorida, estão, por exemplo, um aviãozinho encontrado numa feira de artesanato, uma vara, uma cadeira jogada em um canto, uma mesa de centro, algumas xícaras esquecidas numa prateleira, patos e cubos de madeira, garrafas e outros itens.
“É uma ponte para que qualquer idade reflita sobre o passado e pense no futuro: sem sair do agora”, afirma a criativa.
Com a capacidade de enxergar possíveis metáforas em todos os cantos, a mostra apresenta temas como amor-próprio, a tentativa de não endurecer ao amadurecer e outras tantas questões relacionadas às lições proporcionadas pelo autoconhecimento de Adair.


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