Temer corta bolsa de estudos para indígenas e quilombolas - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Temer corta bolsa de estudos para indígenas e quilombolas

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 6 de junho de 2018 - 0 Comentários

Representantes de alunos dizem que pelo menos 2.500 estudantes são prejudicados, mas o número pode chegar a 5.000 até o final do ano letivo.



O governo federal interrompeu novas bolsas do Programa Bolsa-Permanência (PBP) para estudantes universitários indígenas e quilombolas. O valor da ajuda mensal é de R$ 900 para moradia, alimentação e material escolar.
Desde o início das aulas, em março, os novos universitários não receberam parcela alguma da bolsa, nem inseriram seus nomes no sistema do PBP como candidatos à ajuda, segundo comissão de estudantes.
Em nota enviada à Folha, o Ministério da Educação (MEC) confirmou que a pasta "anunciou a oferta de 800 novas bolsas" e que "aguarda a conclusão das tratativas em andamento com as lideranças". As novas inscrições para ingresso no PBP "são abertas em janelas específicas", disse o órgão.
Segundo o ministério, outros 18 mil alunos que já entraram no programa em anos anteriores estão recebendo as bolsas "normalmente, sem corte ou descontinuidade". Em 2017, segundo o MEC, o PBP pagou R$ 172 milhões. De janeiro a abril deste ano, R$ 56 milhões, "portanto não há queda na execução mensal ou anual do programa".


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