Assassino de menina morta em SP esteve no velório - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Assassino de menina morta em SP esteve no velório

Por: Redação Itiruçu Notícias - quinta-feira, 21 de junho de 2018 - 0 Comentários

Investigadores levantam a hipótese dela ter sido levada por algum conhecido da família



A Polícia recolheu diversas ameaças à mãe de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, morta após dias desaparecida em Araçariguama, no interior de São Paulo. O autor das mensagens, ainda não identificado, se diz o assassino da garota e afirma que esteve no velório e que não levantou suspeitas.
O caso ficou conhecido pois a menina foi vista pela última vez andando de patins nos arredores de casa; o pisante foi encontrado junto do corpo de Vitória, em um matagal na Estrada de Aparecidinha, oito dias após desaparecer.
Logo após o velório, a polícia recolheu os celulares dos pais, familiares e amigos próximos de Vitória para averiguar ameaças recebidas por meio de mensagens de texto.
Nas mensagens, o autor diz: “O tempo todo estive no velório e ninguém suspeitou de mim”. As ameaças já ocorriam antes mesmo do rapto da garota, mas permaneceram durante o desaparecimento e até após o corpo ser encontrado. Assustada, a família deixou a residência.
Inicialmente, a polícia acreditava que a menina teria sido morta por engano, confundida com alguém da família de alguém que devia dinheiro a traficantes. 
Reprodução/TV Tem


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