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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Assassino de menina morta em SP esteve no velório

Por: Redação Itiruçu Notícias - quinta-feira, 21 de junho de 2018 - 0 Comentários

Investigadores levantam a hipótese dela ter sido levada por algum conhecido da família



A Polícia recolheu diversas ameaças à mãe de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, morta após dias desaparecida em Araçariguama, no interior de São Paulo. O autor das mensagens, ainda não identificado, se diz o assassino da garota e afirma que esteve no velório e que não levantou suspeitas.
O caso ficou conhecido pois a menina foi vista pela última vez andando de patins nos arredores de casa; o pisante foi encontrado junto do corpo de Vitória, em um matagal na Estrada de Aparecidinha, oito dias após desaparecer.
Logo após o velório, a polícia recolheu os celulares dos pais, familiares e amigos próximos de Vitória para averiguar ameaças recebidas por meio de mensagens de texto.
Nas mensagens, o autor diz: “O tempo todo estive no velório e ninguém suspeitou de mim”. As ameaças já ocorriam antes mesmo do rapto da garota, mas permaneceram durante o desaparecimento e até após o corpo ser encontrado. Assustada, a família deixou a residência.
Inicialmente, a polícia acreditava que a menina teria sido morta por engano, confundida com alguém da família de alguém que devia dinheiro a traficantes. 
Reprodução/TV Tem


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