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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Assassino de menina morta em SP esteve no velório

Por: Redação Itiruçu Notícias - quinta-feira, 21 de junho de 2018 - 0 Comentários

Investigadores levantam a hipótese dela ter sido levada por algum conhecido da família



A Polícia recolheu diversas ameaças à mãe de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, morta após dias desaparecida em Araçariguama, no interior de São Paulo. O autor das mensagens, ainda não identificado, se diz o assassino da garota e afirma que esteve no velório e que não levantou suspeitas.
O caso ficou conhecido pois a menina foi vista pela última vez andando de patins nos arredores de casa; o pisante foi encontrado junto do corpo de Vitória, em um matagal na Estrada de Aparecidinha, oito dias após desaparecer.
Logo após o velório, a polícia recolheu os celulares dos pais, familiares e amigos próximos de Vitória para averiguar ameaças recebidas por meio de mensagens de texto.
Nas mensagens, o autor diz: “O tempo todo estive no velório e ninguém suspeitou de mim”. As ameaças já ocorriam antes mesmo do rapto da garota, mas permaneceram durante o desaparecimento e até após o corpo ser encontrado. Assustada, a família deixou a residência.
Inicialmente, a polícia acreditava que a menina teria sido morta por engano, confundida com alguém da família de alguém que devia dinheiro a traficantes. 
Reprodução/TV Tem


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