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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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PF em Itiruçu: Fraude em aposentadorias é o alvo

Por: Ed Santos - sexta-feira, 18 de maio de 2018 - 0 Comentários

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Informações extra oficiais apontam para mais uma ação da Polícia Federal no município de Itiruçu na manhã desta sexta feira(18).  

A operação que ainda não foi divulgada o nome e nem os alvos, ocorreu na região da Várzea, zona rural de Itiruçu onde um homem identificado como Antônio Helio foi conduzido coercitivamente para prestar esclarecimentos e na sede do município para coleta de documentos. Segundo informações ainda uma mulher conhecida por Ana Paula conseguiu fugir antes da chegada dos agentes. 

O motivo da operação teria sido que o homem levado coercitivamente para depor estaria por trás de fraudes no processos de aposentadorias rurais.

A qualquer momento mais informações.

Polícia Ambiental: Mais cedo fomos informados de uma mulher também levada para prestar depoimentos sobre crimes ambientais. A mesma residente no Bairro Agarradinho, foi conduzida por agentes ambientais. 
 Sobre este fato a qualquer momento mais informações.

Segunda vez que a PF apura fraudes em aposentadorias em Itiruçu

No ano passado, 2017, no dia 27 de Junho uma operação da Polícia Federal resultou numa prisão e várias coercitivas numa investigação sobre fraudes para obtenção de aposentadorias.

Na época a Operação Inredux, com o objetivo de desarticular um esquema ilícito de fraudes à Previdência Social descoberto em Itiruçu, a 347 quilômetros de Salvador.

Segundo a PF, forão cumpridos um mandado de prisão e seis mandados de condução coercitiva e busca e apreensão em Itiruçu; dois mandados de condução coercitiva em Jaguaquara e um de condução coercitiva em Laje do Tabocal.

A PF não divulgou os nomes dos alvos nem detalhou em quais locais das cidades os mandados são cumpridos.

Segundo a Polícia Federal, as investigações da operação começaram em 2014, a partir de denúncias de que uma pessoa, que não teve o nome divulgado, atuaria de maneira irregular na intermediação de requerimentos de benefícios junto à agência da Previdência Social em Itiruçu, cidade do centro-sul baiano.

Após o cumprimento de mandado de busca no escritório de uma pessoa investigada e a obtenção de informações com a agência da Previdência, foram identificados vários requerimentos de benefícios previdenciários de natureza rural, instruídos com documentos falsos, a exemplo de certidões de nascimento e contratos de empréstimo.

A polícia também verificou a falsificação de declarações de atividade rural, que eram obtidas junto a sindicatos de pequenos produtores rurais de Itiruçu, Lajedo do Tabocal e Lafaiete Coutinho. A PF suspeita que os responsáveis pelos sindicatos tinham participação no esquema criminoso.

A PF diz que, mesmo após o cumprimento do mandado de busca, o investigado continuou com com a prática ilícita e ainda passou a orientar testemunhas a mentir aos investigadores para acobertar seu envolvimento nas fraudes. A atitude "irredutível" do investigado, persistindo no crime, foi o que justificou o nome da operação: "Inredux" (em latim, "irredutível").


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