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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)
O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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Porque o Bacalhau se tornou o prato principal da Semana Santa?

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 30 de março de 2018 - 0 Comentários

O bacalhau tradição portuguesa e uma imposição da Igreja católica na virada do século XV para o XVI



Houve tempos em que o negócio era perigoso, levado a ferro e, principalmente, fogo que não seguisse a tradição de comer peixe frutos do mar..
Felizmente hoje não é tanto assim. Mas nem todos sabem como surgiu esta prática dos prazeres oriundos do mar ou das afamadas receitas portuguesas .
Estudioso revelam que  não há, nas sagradas escrituras, nenhuma norma ou referência que regulamente o consumo de peixes nesta época do ano.
Mas  é fácil compreender a jogada comercial que motivou a prática. Na virada do século XV para o XVI o Vaticano financiava boa parte das grandes expedições marítimas. Para tanto associou-se a vários reis e rainhas católicos, em particular da Espanha e Portugal. Nos novos continentes descobertos, seu quinhão estava assegurado,  a peso de muito ouro e enormes propriedades.
É nesta época que, de repente, a Igreja  decretou que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes “quentes” ou “vermelhas” durante a Quaresma.
O que nem todos sabiam é que o Vaticano, na verdade, era proprietário da maior frota caravelas para a pesca do bacalhau que levavam os “dóris”, barcos a remo nos quais os pescadores (bacalhoeiros) se lançavam ao mar para a pesca.
Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar regularmente a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno).
Assim, visando a maximizar seus lucros, espertamente os padres proibiram o consumo de outros tipos de carne durante a Quaresma. Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias, sobretudo portuguesas, por ser nutritivo e barato.
E assim, durante séculos, até a Segunda Guerra Mundial, o bacalhau foi comida de pobre, mesmo no Brasil, cujo consumo massivo se deu após a chegada da corte portuguesa. Agora nem todos podem apreciar um bom bacalhau ou qualquer ou peixe devido seu altos preço principalmente nesta época do ano.
Curiosidade:  Veja as 5 espécies de bacalhau:
 1. Cod gadus morhua

É o legítimo bacalhau. Também conhecido como bacalhau do porto, é considerado o mais nobre. A cor é de tom palha e uniforme quando salgado e seco. As postas são mais altas e largas. Quando cozido, desfaz-se em lascas claras e tenras.

2. Cod gadus macrocephalus
A diferença com relação ao outro é a coloração mais esbranquiçada. Muito semelhante ao legítimo bacalhau. Quando cozido, não se desfaz em lascas, mas pode ser facilmente desfiado.

3. Ling
É o tipo de bacalhau mais fino e comprido. Seu corte é muito apreciado no Brasil. Sua carne é clara e muito bonita. É ideal para grelhados, já que resiste mais ao calor sem se desfazer.

4. Saithe
Possui um sabor forte e coloração menos clara que os demais tipos. Quando cozido desfia com facilidade. Escolha ideal para preparo de bolinhos, saladas e ensopados.

5. Zarbo
É o mais popular. Menor do que os demais tipos, tem a textura mais firme e clara. Recomendado para o preparo de pratos desfiados, caldos e bolinhos.
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