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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Partidos apostam em nomes fortes para atingir cláusula de barreira

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 14 de março de 2018 - 0 Comentários

Partidos tem de alcançar pelo menos 1,5% dos votos nacionais para o cargo, em ao menos 9 estados 




Na primeira eleição com cláusula de barreira, partidos pequenos apostam em nomes fortes para a Câmara dos Deputados para continuarem com acesso ao ao Fundo Partidário e tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral. Eles também contam com a influência das campanhas dos presidenciáveis
Apesar de as candidaturas dos partidos pequenos estarem tomando corpo, o discurso ainda é de tentar derrubar a cláusula na próxima legislatura. "É um ataque frontal à democracia. O resultado em outros países é de concentração de legendas e não são as melhores, normalmente. São as mais corruptas, degeneradas e adaptadas ao jogo do poder", afirmou o presidente do PSol ao HuffPost Brasil.
A partir de 2019, só terão direito a esses recursos, as siglas que elegerem 9 deputados federais em 9 estados. A outra opção é alcançar pelo menos 1,5% dos votos nacionais para o cargo, em ao menos 9 estados, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um.
Em 2014, dos 32 partidos na disputa eleitoral, 14 não chegaram a 1,5%. Das legendas com representação na Câmara, 8 elegerem menos de 9 representantes.
Se as siglas pequenas enfrentarão um desafio neste ano, o cenário se tornará cada vez mais difícil. Para 2022, a cláusula passa a 2% dos votos nacionais válidos para deputado federal. O número sobe para 2,5% a partir de 2026 e 3% em 2030.

Hoje com 6 deputados, o PSol quer reeleger a bancada atual e dobrar de tamanho. Serão lançados candidatos campeões de votos para vereador em 2016 ou com bom desempenho nas disputas pelas prefeituras. Em 2014, a sigla elegeu 5 deputados federais e somou 1,8% dos votos nacionais para o cargo.
De acordo com o presidente da legenda, Juliano Medeiros, 7 estados que até então não tinham perspectiva de lançar candidatura vão participar da disputa. São eles Amapá, Acre, Pernambuco, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
No Rio de Janeiro, a aposta é em Marcelo Freixo, que conquistou 1,16 milhão de votos ao ficar em 2º lugar na disputa pela prefeitural. No Mato Grosso, o Procurador Mauro, que teve 71.336 votos para chefiar o Executivo de Cuiabá, também tentará a Câmara. Será a vez ainda de Elson, 3º lugar na disputa pelo comando de Florianópolis (SC) em 2016, com 51 mil votos.
Entre os vereadores bons de voto, estão Ivan Moraes no Recife (PE) e Áurea Carolina, vereadora com mais votos em Belo Horizonte (MG) no último pleito. No Rio Grande do Sul, o PSol irá lançar Fernanda Melchionna, vereadora campeã nas urnas em Porto Alegre, em 2016.
Vereadora com mais votos em Belo Horizonte em 2016, Áurea Carolina é aposta do PSol para ultrapassar cláusula de barreira na Câmara dos Deputados.

PPS desiste de Cristovam para aumentar bancada, para direcionar os recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário para o Legislativo."Não se consolidou. Ia desviar recursos que vão servir para superar a cláusula", afirmou o presidente do PPS, Roberto Freire, ao HuffPost Brasil.

No Podemos, que começou a legislatura com 4 deputados e hoje tem 11, a esperança é que a candidatura de Álvaro Dias ao Palácio do Planalto ajude a alavancar nomes para o Legislativo. Em 2014, quando era chamado de PTN, a sigla teve apenas 0,7% dos votos válidos nacionais para deputado.
Recém-filiado ao partido, Marco Feliciano (SP) teve 398.087 votos em 2014 para a Câmara. Já a presidente da legenda e deputada federal Renata Abreu, também de São Paulo, teve o apoio de 86.647 eleitores. Outro futuro nome da legenda, Diego Garcia (PR), somou 61.063 votos no Paraná. Há o risco, contudo, de Feliciano disputar o Senado, o que reduziria as chances do partido contra a cláusula de barreira.
A legenda aposta ainda em uma mudança eleitoral que pode aumentar o número dos votos de legenda. Neste ano, o primeiro voto será em deputado federal e não deputado estadual, como era antes. A expectativa é que eleitores que acreditam que o primeiro voto é para presidente podem acabar gerando votos de legenda acidentais.

Já a Rede, com registro na Justiça Eleitoral desde 2015, quer emplacar 18 deputados federais. Hoje, conta com apenas 2, após a saída de Alessandro Molon (RJ) e Aliel Machado (PR), que migraram para o PSB.

Hoje com 11 deputados, o PCdoB também se preocupa com as próximas disputas. "Temos que trabalhar muito para superar e quem sabe na próxima legislatura efetivamente fazer uma reforma política que permita um sistema político mais eficiente", afirmou o líder da legenda na Câmara, Orlando Silva, em entrevista ao HuffPost Brasil.


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