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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Assassinato de Marielle Franco (PSOL) pressiona interventores

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 16 de março de 2018 - 0 Comentários

 Presidente Temer pretendia comemorar o aniversário de um mês da intervenção



Milhares de pessoas protestaram nesta quinta-feira (15) pelo país contra o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, assassinados na noite de quarta (14) no centro do Rio.
Aos gritos de “não acabou, tem que acabar, eu quero o  fim da Polícia Militar”, “Marielle, presente” e “não vão nos calar”, os manifestantes também afixaram cartazes, acenderam velas e riscaram paredes e pontos de ônibus com mensagens de protesto. Protestos tinham muitos cartazes pedindo o fim da intervenção militar no Estado, mostrando que o assassinato da vereadora pressiona a cúpula da intervenção. As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo.
Michel Temer, que pretendia comemorar o aniversário de um mês da intervenção com um "balanço positivo", foi aconselhado a cancelar a festa, diante da reação negativa da população.


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