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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Lula, condenado pelo TRF 4ª Região a doze anos e um mês de reclusão

Por: Itiruçu Notícias - quarta-feira, 24 de janeiro de 2018 - 0 Comentários

8ª Turma do TRF condena Lula por unanimidade  por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP)


Os desembargadores João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor dos Santos Laus mantiveram a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. O ex-presidente contestava a condenação a nove anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, imposta a ele pelo juiz federal Sergio Moro. Além de negar o recurso do ex-presidente os desembargadores aumentaram a pena  para doze anos e um mês de reclusão.

Veja como votos os desembargadores: 

O relator do processo de Lula no TRF4, Desembargador João Pedro Gebran, votou também por manter a condenação de Lula por lavagem de dinheiro, ao ocultar o recebimento do apartamento tríplex do Guarujá (SP) a ele pela OAS e ainda votou para o aumento da pena  o ex-presidente Lula para doze anos e um mês de reclusão. Moro havia fixado a punição em nove anos e seis meses de prisão. A pena do petista, para Gebran, deve se dividir em dois crimes: corrupção passiva (oito anos e quatro meses) e lavagem de dinheiro (três anos e nove meses).
No voto do relator, Lula e o presidente de seu instituto, Paulo Okamotto, tiveram a absolvição mantida em outro crime, o do armazenamento do acervo presidencial do petista pago pela OAS.

Desembargador Federal Leandro Paulsen afirmou que, assim como Gebran Neto, manterá a condenação a Lula por um crime de corrupção passiva e um de lavagem de dinheiro. “Por cautela e segurança”, também vai contrariar o MPF e não considerará como um crime autônomo de corrupção o repasse de propina referente ao contrato da OAS com a Petrobras na refinaria Repar.
Paulsen seguiu  a dosimetria de pena imposta no voto do desembargador João Pedro Gebran Neto. Assim, ele também condena Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 12 anos e 1 mês de prisão. O desembargador também determina que o cumprimento da sentença seja cumprido após o fim dos recursos na segunda instância.

O Desembargador Victor Laus seguiu os colegas e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  foi  condenado por 3 a 0 no TRF4,  por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).  
Laus disse que Lula “auferiu proveito” do tríplex no Guarujá, o que “deslustra” a biografia do ex-presidente. “São fatos concretos”, completou o magistrado.


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