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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Operação da PF contra desvios na educação atinge Jaguaquara, Jequié e Salvador

Por: Ed Santos - terça-feira, 5 de dezembro de 2017 - 0 Comentários


O desvio de recursos públicos destinados à educação para Salvador, Jequié e Jaguaquara, na Bahia, é alvo da Operação Melinoe, deflagrado pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira, 5, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral da União (CGU). 

Segundo a PF, 58 policiais federais e seis auditores da controladoria cumprem 23 mandados de condução coercitiva nas três cidades, sendo 18 de busca e apreensão e cinco de medidas cautelares.

A operação decorre de uma investigação iniciada no ano passado, na qual foi constatado que uma empresa, contratada pela prefeitura de Jequié e indicada por uma ex-vereadora, que desviava recursos por meio do suposto fornecimento de “terceirizados fantasmas”. A ex vereadora Meire Lopes foi ouvida na manhã desta terça como a principal suspeita. 

A PF investiga que a referida empresa pagou salário a pelo menos 35 funcionários que nunca atuaram nas escolas para as quais foram designados. Dentre estes, havia dois sobrinhos da ex-vereadora que não residiam na cidade. 

De acordo com o levantamento realizado entre 2013 a 2017, a empresa recebeu o valor de R$ 63 milhões, sendo que deste total foi possível identificar, até agora, R$ 7 milhões correspondente a recursos federais. Estima-se um prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 1,5 milhão.

Com isso, a Justiça Federal de Jequié determinou o afastamento das funções públicas dos investigados, bem como a proibição da empresa, ou seus sócios, de contratarem ou renovarem qualquer contrato com o poder público. Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, fraude à licitação, associação criminosa e falsidade ideológica.

Por enquanto ainda não ha detalhes da operação que se estendeu por Jaguaquara e Salvador.


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