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EDITORIAL

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Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Novas empresas compensa desisnvestimento do governo federal na Bahia

Por: Redação Itiruçu Notícias - sábado, 9 de dezembro de 2017 - 0 Comentários


O estado da Bahia fecha o ano com a implantação de mais 73 novas empresas, que, em conjunto, geraram R$ 3,9 bilhões em investimentos e a criação de 5,5 mil empregos. Os dados, segundo o superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Paulo Guimarães, são o resultado da política adotada pelo governo para a atração de novos investimentos para o Estado.

“Estamos hoje, tentando diversificar a matriz industrial, seja incentivando a vinda de novos empreendimentos em área como energia solar e eólica, calçadista e mineral, como também atuando em conjunto com empresas privadas do setor de petróleo e gás para alavancar esse segmento”, afirmou.
O interesse das empresas em se instalar na Bahia continua crescendo, segundo Guimarães. Este ano, por exemplo, foram assinados 91 protocolos de intenções com previsão de gerar investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões e 11 mil empregos. A meta do governo do Estado, até 2019, é que sejam implantados 342 novos empreendimentos na Bahia, com previsão de aporte de investimentos de R$ 22 bilhões e geração de 24 mil empregos.

Na avaliação do superintendente da SDE, a escolha da Bahia para a implantação de novos empreendimentos ocorre por um conjunto de fatores. Guimarães destaca, dentre outros, a localização geográfica estratégica entre o sudeste e o nordeste do país, o potencial ambiental para empresas do segmento de energia eólica, solar e mineral, bem como o investimento do Estado em infraestrutura viária. Outro fator importante, avalia, é o ambiente político e a seriedade do governo baiano em cumprir os compromissos assumidos. “Isso tudo contribui para o Estado da Bahia continuar atraindo novos investimentos para cá”, diz ele.

A indústria calçadista Ferracini, por exemplo, um dos segmentos industriais que mais contratam mão-de-obra, começa a operar em Alagoinhas já no início de 2018, empregando 300 pessoas e investindo R$ 12 milhões em sua nova fábrica. Outra empresa que inicia suas atividades em Camaçari, com a contratação de 215 empregos, no mesmo período é a IME, indústria de máquinas e equipamentos de instrumentação analítica. A empresa investiu R$ 12 milhões em sua fábrica em Camaçari.

A crise econômica que reduziu a atividade produtiva no País, segundo o superintendente da SDE, não foi suficiente para frear os investimentos do governo do Estado. O estado baiano é o segundo maior investidor em obras públicas do País, só perdendo para São Paulo. O investimento baiano chega a R$ 1 bilhão, contra pouco mais de R$ 3 bilhões em São Paulo. “O mais surpreendente é o fato de a Bahia deter apenas 4,5% da economia do Brasil, enquanto São Paulo representa 35% da riqueza nacional”, explica Guimarães. “Isso significa que, como a Bahia é bem administrada, o governo consegue pagar suas contas e ainda investir em obras”, diz.


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