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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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MST? A verdade sobre a invasão de fazenda no Oeste baiano

Por: Ed Santos - terça-feira, 7 de novembro de 2017 - 0 Comentários

Cerca de 500 moradores do município de Correntina no Oeste da Bahia, invadiram na manhã do último dia dois de novembro as fazendas Igarashi e Curitiba, que ficam a 129 km da sede do município, próximas ao Distrito do Rosário. O motivo da invasão é um protesto contra o assoreamento do rio Arrojado que abastece a cidade e que segundo os moradores está secando em virtude do proprietário dos imóveis está usando os recursos hídricos para a produção.

Informações levantadas junto à imprensa daquela região apontam que houve um grande estrago na fazenda. A população revoltada ateou fogo em tratores, caminhões, galpões e os sistemas de irrigação que cooptava água dos rios foram destruídos. Os rebeldes gritavam palavras de ordem pela defesa do manancial.

A polícia foi acionada na mesma tarde, conteve os invasores e conduziu dezenas de pessoas para prestarem depoimentos. Todos foram liberados. O clima ficou tenso já que a rebelião ameaçava aumentar uma vez que pelo whatsapp muitos conclamavam a população do município a se unir nos protestos.  Segundo os manifestantes, a invasão, ocupação e destruição foram respostas ao governo do Estado da Bahia que mesmo após audiências públicas e reclamações não tomou nenhuma providência contra a exploração dos rios do Cerrado.

Informações da Secretaria Estadual de Meio Ambiente da Bahia comprovam que as fazendas têm autorização da Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) para tirar água do rio.
O grupo Igarashi, que controla as duas fazendas, conseguiu a outorga d’água em 2015 para irrigar 2.530 hectares com volume de 180 mil metros cúbicos/dia. No local, estão instalados 32 pivôs que retiram água diretamente do leito do Rio Arrojado.

Veja o vídeo:

Fonte:http://www.matutar.com.br/correntina/populacao-se-revolta-e-invade-duas-fazendas-de-correntina/

OBSERVAÇÃO: A desinformação causada por boateiros de plantão, que estavam usando o vídeo do protesto para acusarem o MST e até a CUT, pasmem os senhores, de serem os autores da invasão. E mais. Que a invasão era para ocuparem as terras, que são produtivas. Como o texto acima, extraído da imprensa local, mostra era mentira. Não é a CUT, nem o MST, tratava-se de uma invasão, mas por moradores que queriam a proteção do rio que abastece a cidade.


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