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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2018, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse na manhã desta quinta-feira, 1, que é ”inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça” e que sem ”Justiça não há paz”. ”Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito. Pode-se buscar reformar a decisão judicial, pelos meios legais, pelos juízos competentes. É inadmissível e inaceitável desacatar a justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual fora do Direito não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”, discursou Cármen. ”Sem liberdade, não há democracia. Sem responsabilidade, não há ordem. Sem justiça, não há paz”, completou a presidente do STF... CONTINUE LENDO

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Para Gilmar Mendes, elogia Raquel Dodge e critica de Janot

Por: Redação Itiruçu Notícias - segunda-feira, 18 de setembro de 2017 - 0 Comentários


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira que "certamente" a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, vai revisar procedimentos que vinham sendo adotados pelo antecessor, Rodrigo Janot, para evitar "erros e equívocos".
"Certamente haverá revisões, não vou dar opinião sobre isso, mas certamente a procuradora-geral vai fazer uma reanálise de todos os procedimentos que estão à sua disposição de maneira natural ou provocada para certamente evitar erros e equívocos que estavam se acumulando", disse a jornalistas.
O comentário de Mendes, desafeto declarado de Janot, foi feito em uma segunda agenda pública que ele teve na manhã desta segunda. Antes, ele esteve presente na cerimônia de posse de Raquel Dodge na Procuradoria-Geral da República (PGR).
Mas uma vez o ministro se coloca de forma parcial diante das decisões do do ex-procurado da República, segundo o  ministro do STF, houve muitos "tumultos" e "desacertos" na gestão do ex-procurador-geral, citando o episódio da delação premiada dos executivos da J&F. Janot pediu que o acordo de dois colaboradores, Joesley Batista e Ricardo Saud,seja rescindido por omissão de informações.
Mendes afirmou que ocorreu na gestão passada uma certa trapalhada e perplexidade que resultaram em ineficiência do trabalho da PGR.
O ministro do STF disse ter a impressão de que Dodge vai dar continuidade ao trabalho de combate à corrupção, mas também colocará outros temas na agenda, como a defesa dos direitos humanos, a questão indígena e dos presos.
Para Mendes, que disse ter ficado "deveras impressionado" com o discurso dela, a nova procuradora-geral vai defender que as investigações sejam feitas dentro do devido processo legal.
"Esse era um dos questionamentos que havia e acho que ela deu uma boa resposta", avaliou o ministro  mas como político de que como defensor  das leis.


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