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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Livro comenta Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 6 de setembro de 2017 - 0 Comentários


Será lançado no próximo dia 14 de setembro, às 9:30h, no Foyer do Teatro Castro Alves - TCA o livro “Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia”, uma publicação que reúne artigos de 21 autores e tem como organizadores  Cléia Costa dos Santos  e Sergio São Bernardo. Nesta obra, os autores demonstram  a pluralidade e a diversidade  de vozes que contribuíram e contribuem para a efetividade do estatuto, quer consagrou-se como  sendo a lei  da agenda das lutas de resistência .
Em suas reflexões os autores deixam claro que a Bahia deu o exemplo que é possível construir o seu arcabouço legal, de forma participativa, na medida em que, posto o projeto à discussão, o movimento social, a academia, os pensadores e articuladores sociais da pauta da igualdade substantiva foram chamados para o  debate, para as contribuições, resultando no texto avançado e pontuado de ações afirmativas.
Os comentários seguiram idêntica trajetória. Foram chamados 21 estudiosos do tema para compartilharem da análise do texto referência, marco legal e legítimo, do enfrentamento ao racismo estruturante da sociedade brasileira e baiana, verdadeiro farol no avanço das políticas públicas necessárias para a igualdade substantiva almejada.
Editado pela Ceala, o livro, segundo seus organizadores,  será também uma  fonte de pesquisa, fomentador de debates, de acesso a toda a sociedade e a compreensão que desse ponto de partida mais avanços poderão advir para o sistema normativo baiano e brasileiro.


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