Ativistas encontra uma lancheira com bolo de 106 anos na Antártida - Itiruçu Notícias
Arrow
MENSAGEM DE ANO NOVO

Campanha


EDITORIAL

Viajando no tempo: do Jornal Itiruçu, evoluindo até o Itiruçu Notícias


O tempo urge e as memórias ficam, para revela a sua história. Recebi do amigo poeta Claudio Fernandes uma lembrança dos primeiros passos na área da informação. Na época não tinha internet, blogs, redes sociais, sites muito mesmo WhatsApp, mas já naquela época dávamos os primeiros passos na área da comunicação escrita. CONTINUE LENDO


COLUNISTAS

Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge

Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


MAIS LIDAS EM 2017


Ativistas encontra uma lancheira com bolo de 106 anos na Antártida

Por: Itiruçu Notícias - - terça-feira, 15 de agosto de 2017 - 0 Comentários


Ativistas do Antarctic Heritage Trust (AHT), órgão da Nova Zelândia que luta pela preservação da Antártida, encontraram, perdida no continente gelado, uma lancheira de latão com bolo de frutas secas de 106 anos de idade. Tudo indica que a guloseima foi parar lá na bagagem do britânico Robert Scott, líder da famosa expedição Terra Nova, que alcançou o Polo Sul em 1912. O final não foi feliz. Scott e três de seus companheiros perderam a “corrida”, alcançando o marco geográfico 33 dias depois do norueguês Roald Amundsen, e morreram na viagem de volta por causa do frio.
O recipiente enferrujou, mas mantém resquícios da pintura original. A sobremesa foi preservada pelo gelo – “Dá quase para comer”, na opinião dos pesquisadores que abriram a embalagem.
“Tinha um cheiro de manteiga rançosa muito, muito leve; tirando isso, o bolo parecia comestível!”, afirmou em uma declaração à imprensa Lizzie Meek, responsável por artefatos históricos da AHT. “Não há dúvidas de que o frio extremo da Antártida ajudou a preservá-lo.” Segundo ela, bolos com nozes e frutas secas são favoritos de quem vai encarar regiões frias até hoje por fornecerem muitas calorias (e, é óbvio, por serem a companhia perfeita para o chá das cinco).
A lancheira não passou os últimos 100 anos sozinha. Foi encontrada na companhia de 1,5 mil itens históricos de todos os tamanhos, esquecidos por aventureiros de várias nacionalidades em uma cabana construída por uma expedição norueguesa (que não foi a de Amundsen) em 1899, e reaproveitada pela missão britânica (de Scott) em 1911. A pequena construção fica no cabo Adare, uma península na extremidade do continente mais próxima da Austrália.
A equipe de Meek removeu a ferrugem do recipiente de estanho e fez um tratamento químico em sua superfície para evitar mais corrosão. O papel da embalagem e o rótulo também passaram por “manutenção”, mas o bolo em si foi deixado como está. Após a restauração das cabanas, todos os artefatos históricos – mesmo os que contém comida – serão devolvidos ao local exato em que foram encontrados. A área é patrimônio histórico e protegida por acordos internacionais de preservação. No inventário, além do doce de Natal, estão ferramentas, roupas, aquarelas da fauna local, pedaços de carne e peixe em péssimo estado de conservação e alguns potes de geleia que ainda renderiam uma boa dupla com pasta de amendoim.
© Foto Divulgação


Não se esqueça de ler isso também ...

Nenhum comentário:

Deixe seu comentário

PARCEIROS



 photo GS-SOMgif_zpszfpbff8c.gif
 photo GS-SOMgif_zpszfpbff8c.gif