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As ovadas e o país que queremos

Edição: Ed Santos - segunda-feira, 21 de agosto de 2017 - 0 Comentários

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Na última quinta feira (17), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) foi hostilizado e levou uma ovada de uma manifestante durante visita a Ribeirão Preto (SP). Em caminhada no centro de Ribeirão, o parlamentar resolve entrar em uma cafeteria no cruzamento das ruas São Sebastião e Álvares Cabral.
O parlamentar fazia fotos e vídeos com simpatizantes, quando uma mulher se aproximou, tocou no ombro dele e, quando Bolsonaro se virou para ela, a mulher apertou um ovo contra o peito do deputado e fez críticas à sua postura política agressiva. Na sequência, a mulher foi agarrada por seguranças do político e presa.
Bolsonaro deixou o local e foi registrar boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Civil e prestou depoimento. Um vídeo publicado nas redes sociais registrou a ação da manifestante.

Interessante é que neste momento em que Doria levou ovada em Salvador, (e não foi de petista não o rapaz que atirou os ovos disse o motivo-jogar água fria nos mendigos de madrugada para desocupar o centro de SP), e agora Bolsonaro também leva ovada em São Paulo, (sendo que a manifestante reclama da política agressiva contra classes historicamente excluída), vejo alguma gente consternada com estes políticos, dizendo: Aí coitadinhos! isso é um absurdo, é antidemocrático, é bárbaro, é coisa de petista, de comunista (como se comunista ou petista fosse crime), em fim. A analogia que a gente com uma ótica livre, fora destes cultores destes personagens na política nacional, faz é a seguinte: Tudo bem que não é civilizado vaiar, xingar ou por exemplo jogar ovo em alguém, mas convenhamos, colocando numa balança. Quem mais agride a democracia, os que vaiam, jogam ovo, etc; ou os que levam bilhões do sagrado dinheiro publico, retirado do suor do brasileiro trabalhador, em suas canaletas, maletas, cuecas, contas secretas etc e tal? Para estes solidários com os políticos pergunto: O que é mais criminoso? Jogar ovo, ou a situação que passa o país nas mãos destes homens de muitos poderes e de pouco coração? Não é isso uma forma do brasileiro dizer, já que por palavras não dão ouvidos, que já está cheio, farto destes discursos vazios, cujas ações sempre contrariam?

O fato é que a situação já está insuportável, todos os dias a gente ver a corrupção se institucionalizar, poderes, desde os políticos ao jurídico cada vez mais manobrando para abafar as denuncias e manipular as investigações quando não lhes convém. Denuncias com provas quando não convém sendo arquivadas por um poder judiciário que deveria ser o guardião das leis e da constituição, cada vez mais prostituído com o partidarismo politico e consequentemente sua corrupção.

Num país onde pedaladas é motivo de impeachment, mas vídeos e áudios que comprovam crimes se quer poderão serem investigados. E o pior o mesmo congresso e o mesmo judiciário que assistiu uma compra de votos para manter este filme de terror se mostra “respeitosa” a estes fatos em nome de uma estabilidade. Estabilidade do quê? A estabilidade deste sistema de corruptos de vários séculos que deseja voltar a deitar eternamente em berço esplendido? É necessários dar-se um basta nisso. Mas quem, quem poderá nos defender. 2018 está chegando, o brasileiro desacreditado, desalentado vai as urnas. Para que? O voto dele será respeitado? Ou será alterado por manobras no congresso? Enquanto isso os verdadeiros problemas do Brasil precisa ser debatido, de forma séria. Afinal o que quer o povo? Saúde pública de qualidade, ou tudo privatizado? Por que os trilhões em impostos não chega aos brasileiros? Vale apenas a segurança das balas? Ou aquela em que se emprega a inteligência, com repressão sem abuso, mas com forte presença do estado nas favelas, nas pequenas cidades, nos rincões onde faltam médicos, professores, escolas, saneamento básico, emprego, famílias desestruturadas e sem norte? Será que as balas resolve isso? Ou a boa vontade de sanar estas mazelas em primeiro lugar? Educação: é melhor fazer do homem uma maquina para dar lucro a empresários, como pontos da última reforma da educação. Ou outro modelo de educação onde o foco seja a liberdade do homem como indivíduo, que ele produza, que ele contribua com a sociedade se organize e se liberte do cativeiro da ignorância que mata mais que as balas e as enfermidades.  A final que nobre produção há mais que essa? Que o trabalho seja para dignificar o homem e não para enriquecer meia dúzia, enquanto esgota-se a vida dos operários? Ambiente, natureza, justiça social e igualdades de direitos na praticas. Estas e outras coisas precisam ser discutidas. Tem alguém discutindo sobre isso? Talvez as vaias e ovadas possa responder a falta deste diálogo. Precisamos discutir no presente o futuro que queremos, se não olharemos para o passado com o amargor inexprimível do preço que se paga pela omissão.


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