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PF fez duas operações Itiruçu num só dia, fraude no INSS na mira!

Edição: Ed Santos - terça-feira, 27 de junho de 2017 - 0 Comentários

Pelo menos duas operações da Policia Federal de Vitória da Conquista chamou a atenção em Itiruçu e região na manhã desta Terça Feira (27) e desde o final da tarde de Segunda Feira (26).

A primeira envolveu investigações sobre a empresa M. Filho inquerida por corrupção e que prestou serviços em Itiruçu nos anos de 2010 e 2011. Segundo informações, motoristas que prestavam serviços à dita empresa de transporte escolar, foram ouvidos na região da várzea, zona rural de Itiruçu. A ação ocorre em mais de 26 municípios baianos. As acusações são de fraudes com desvios de verba federal do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) ou verbas estaduais e municipais. Essa foi mais uma fase da operação que ocorreu desde 2014 também no município de Itiruçu e nos demais.

A segunda operação ocorreu desde as 4:30 da manhã desta terça, e teve como intuito desbaratar fraudes em aposentadoria por invalidez junta a previdência social. A operação se desenrolou em ação que envolve os municípios de Itiruçu, Lajedo do Tabocal e Lafaiete Coutinho. Em Itiruçu, foram feitas buscas em computadores, o que levou inclusive os investigadores a entrarem na Câmara de Vereadores, local onde se suspeitava que pudesse ter ocorrido atendimento de pessoas por envolvidos nas fraudes.

Intitulada de Inredux [persistência no crime], os agentes cumpriram diversos mandados judiciais: um de prisão preventiva sete de condução coercitiva, três de busca e apreensão, além de três medidas cautelares de suspensão de atividade. Conforme a PF, a apuração começou em 2014 a partir de informações de que uma pessoa atuava de forma irregular na intermediação de requerimentos de benefícios com a agência da Previdência em Itiruçu, inclusive com falsificação de documentos envolvendo até defuntos.

Ainda segundo a PF, após o cumprimento de mandado de busca no escritório do investigado, e com informações adicionais da referida agência, foram identificados vários requerimentos de benefícios previdenciários de natureza rural feito pelo investigado e instruído com documentos falsos, em especial certidões de nascimento e contratos de comodato. Também se constatou a falsificação de declarações de atividade rural, as quais eram obtidas junto aos sindicatos dos pequenos produtores rurais de Itiruçu, Lajedo do Tabocal e Lafaiete Coutinho, cujos responsáveis, suspeita-se, tinham participação no esquema criminoso. A PF ainda declara que mesmo após o cumprimento do referido mandado de busca, o investigado continuou com a atuação ilícita, passando, ainda, a orientar testemunhas a mentir aos investigadores para acobertar seu envolvimento nas fraudes.

A atitude irredutível do investigado, persistindo na pratica criminosa, foi o que justificou o nome da operação: Inredux (em latim, irredutível). Até o momento, não foi possível apurar o volume desviado da Previdência.

A Reportagem do Itiruçu Notícias teve acesso a nomes de pessoas que são alvos diretos da operação, todavia aguardamos a confirmação da Polícia Federal que ainda apura os fatos. Várias pessoas foram conduzidas coercitivamente para prestar esclarecimentos. A suspeita de que os autores da ação apurada pela PF, tenha falsificado assinaturas e nomes de sindicatos a fim de conseguir aposentadorias fraudulentas.

Resposta: O vereador Jó de Ju, que teve o seu gabinete averiguado pela PF, após suspeita que seu irmão Aílton, um dos principais investigados da operação, atuasse por lá, decidiu falar em redes sociais sobre o assunto:  "Como é do conhecimento de muitos hoje pela manhã a Polícia Federal compareceu na casa do meu pai em busca de documentos, no qual houve uma denuncia maldosa, que os mesmos seriam falsificados pelo meu irmão Ailton. Porém, nada ilícito foi encontrado, assim como também no meu gabinete. Local cedido por mim para atendimento quando necessário à população sem fins lucrativos.
Infelizmente a notícia repercurtio de forma deturpada e confundida com outras investigações referente aos anos 2010 e 2011 na qual também nada tenho haver," disse o edil.


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