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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2018, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse na manhã desta quinta-feira, 1, que é ”inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça” e que sem ”Justiça não há paz”. ”Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito. Pode-se buscar reformar a decisão judicial, pelos meios legais, pelos juízos competentes. É inadmissível e inaceitável desacatar a justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual fora do Direito não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”, discursou Cármen. ”Sem liberdade, não há democracia. Sem responsabilidade, não há ordem. Sem justiça, não há paz”, completou a presidente do STF... CONTINUE LENDO

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“Quem não quer eleições tem medo do voto”, desafia Solla

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 19 de maio de 2017 - 0 Comentários





O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) defendeu em plenário da Câmara nesta quinta-feira (18) a aprovação de emenda constitucional para antecipar as eleições gerais diretas para este ano. Para o parlamentar, a queda do presidente Michel Temer é “questão de tempo”, mas alerta para articulação da direita para manter o poder em eleição indireta.
“Eu abro mão do resto do meu mandato para que tenhamos eleições gerais diretas para presidente, para deputados e senadores. O Brasil não aguenta mais um ano comandado por políticos sem legitimidade do voto. Quem estiver contra as eleições diretas está contra a democracia, está contra a vontade da população, tem medo da urna”, disse Solla.

O deputado destacou que movimentos de rua por eleições diretas já começaram em todo o país e alertou para a articulação entre deputados do centro e da direita para evitar a escolha do futuro presidente pela população.
“A grande imprensa já trata como única possibilidade a eleição indireta, quando não é verdade podemos aprovar uma PEC que defina as eleições diretas já. O PSDB e o DEM tentam costurar de toda maneira uma eleição indireta em que possam permanecer no poder até 2018 para forjar uma transição e tentar mudar a imagem pesada do golpe que carregam hoje diante a população. É uma estratégia suicida. Se negarem ao povo o direito ao voto nunca mais retornarão à política”, completou o petista.


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