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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2018, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse na manhã desta quinta-feira, 1, que é ”inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça” e que sem ”Justiça não há paz”. ”Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito. Pode-se buscar reformar a decisão judicial, pelos meios legais, pelos juízos competentes. É inadmissível e inaceitável desacatar a justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual fora do Direito não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”, discursou Cármen. ”Sem liberdade, não há democracia. Sem responsabilidade, não há ordem. Sem justiça, não há paz”, completou a presidente do STF... CONTINUE LENDO

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Justiça liberta homem que tinha 'arsenal de guerra' em loja

Por: Redação Itiruçu Notícias - sábado, 6 de maio de 2017 - 0 Comentários


A Justiça do Distrito Federal mandou soltar um dos dois suspeitos que foram detidos na loja de ferragens do Guará que abrigava cerca de 4 mil balas, cinco pistolas, revólveres, uma máquina para recarregar munição e R$ 40 mil.  A apreensão ocorreu em 8 de maio. Segundo o tenente Yuri Dezen, que participou da ação, entre as armas estão algumas de calibre .50, que têm grande poder de destruição.
Na época, a Polícia Militar classificou o material como "arsenal de guerra". O homem estava em prisão preventiva (sem tempo determinado) desde 10 de março.
No entendimento da juíza Delma Ribeiro, da Vara Criminal do Guará, não cabe mais a prisão preventiva porque o suspeito não representa uma ameaça para a sociedade e para o andamento do processo judicial.
Para a magistrada, apesar da grande quantidade apreendida de armas e munição, o crime não foi praticado com grave ameaça ou violência. "O paciente é primário e estão ausentes traços de periculosidade."
"Não é desconhecido que os presídios públicos estão superlotados e que a separação dos presos pela periculosidade torna-se mais difícil. Os magistrados devem ser sensíveis às circunstâncias de cada caso concreto", continuou a juíza.


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