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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Caravelas 162 anos fazendo da parte da história do Brasil

Por: Redação Itiruçu Notícias - terça-feira, 23 de maio de 2017 - 0 Comentários


As terras do atual município de Caravelas foram desbravadas quando, em 1503  mas não se sabe o que aconteceu depois com os colonos. Foi a segunda colônia fundada por europeus, no Brasil, depois da primitiva Colônia de Porto Seguro.

Em 1534, as terras do atual município de Caravelas faziam parte da Capitania de Porto Seguro. Em 1581, missionários católicos fundaram, perto do Rio das Caravelas, a Igreja de Santo Antônio do Campo dos Coqueiros. Colonos juntaram-se à missão, abandonada posteriormente. Mas os colonos retornaram em 1610. Em 1700, o povoado foi elevado à categoria de vila, com o nome de Vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas, por ato do Governador D. João de Lencastre e confirmado em alvará real no ano seguinte. O município correspondente envolvia os territórios de vários municípios atuais, incluindo o de Conceição da Barra, no Espírito Santo.

Em 1725, começou a ser construído o templo atual da Catedral de Santo Antônio, concluído 1750. Houve reformas posteriores. Caravelas tornou-se uma freguesia eclesiástica por alvará de 18 de janeiro de 1755. Nesse ano iniciou-se a construção, pelos escravos, da Igreja de Santa Efigênia, concluída em 1767.

Caravelas uniu-se a outras vilas e cidades baianas na Guerra da Independência do Brasil. A antiga vila abrigou um destacamento de tropa, comandado pelo Tenente Coronel Manoel Ferreira de Paiva. Em 11 maio de 1823, houve um embate com a Escuna Marianna, uma embarcação mercante que transportava, como passageiro, o Tenente Coronel de Cavalaria Antonio José Gomes Loureiro. Ele servia na Paraíba, mas foi expulso, provavelmente por não aderir à causa da Independência. Foi para Salvador, onde as forças portuguesas estavam concentradas, mas tentava ir para Portugal. Conseguiu, através de um amigo, embarcar na tal Escuna, mas foi preso em Caravelas, quando buscavam mantimentos. No embate, cinco tripulantes da embarcação foram mortos.

Em 27 de março de 1832, a expedição do Beagle, com Charles Darwin, chegou a Abrolhos. O arquipélago faz parte do município de Caravelas.

Caravelas era sede de uma comarca. Seu porto tinha grande movimento e, desde 1853, fazia parte da Linha do Sul da Companhia de Navegação a Vapor Bahiana. Em 1855, tornou-se a Cidade de Caravelas, pela Lei № 521, de 23 de abril.

Em 1874, estava em construção a linha telegráfica do Governo, para ligar o norte e o sul da Bahia, até Caravelas.

Em 1879, o engenheiro baiano Miguel de Teive e Argollo, recebeu a concessão para construir e explorar a Ferrovia Bahia-Minas, uma idealização sua. A Ferrovia foi solenemente inaugurada em 9 de novembro de 1882. O trecho inaugurado partia da Ponta da Areia, em Caravelas, e seguia até a Serra dos Aimorés, na divisa com Minas Gerais, numa extensão de 142 km. Essa estrada de ferro representou um grande impulso de desenvolvimento para o extremo sul da Bahia. A Estação foi fechada em 1966.

Em 1887, foram realizadas obras de balizamento do Porto de Caravelas.

Em 1938, o município foi dividido em dois distritos: Caravelas e Juerana. Nos anos 1950 eram seis distritos: Caravelas, Ibirapuã, Juerana, Lajedão, Ponta de Areia e Santo Antônio de Barcelona.

Em 1983, foi criado o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, no arquipélago que faz parte do município de Caravelas. Em 1996, foi fundado o Instituto Baleia Jubarte, em Caravelas, buscando proteger o acasalamento dessas baleias no Oceano Atlântico Sul Ocidental.

Atualmente, Caravelas possui 22,5 mil habitantes (2015). O município é rico em belezas naturais, ecossistemas, praias e patrimônio histórico, incluindo igrejas do século 18 e casas do século 19, com azulejos de Macau.
Fonte praias-bahia.com


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