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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

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Aprovada PEC 55 para menos direitos sociais

Por: Ed Santos - terça-feira, 13 de dezembro de 2016 - 0 Comentários

Resultado de imagem para pec 55Manifestantes contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos, que foi aprovada nesta terça-feira 13 pelo Senado, realizaram protestos em pelo menos sete estados: Ceará, Pernambuco, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia e Minas Gerais; rejeição às propostas faz a crise política e econômica do governo Michel Temer crescem em todo o país. Em Itiruçu, onde não é comum protestos, cerca 25 pessoas participaram de um manifesto contra a medida,  organizada pelo estudante Lucas da Guarda e alguns estudantes do ensino médio. Lucas contou a nossa reportagem que fez sua parte e agradeceu as pessoas que  foram ao local do evento, no Jardim da Praça Adelmario Meira.

Em Brasília, a PM recebeu ordens para atacar os manifestantes usando bombas de gás para dispersar manifestantes contra a PEC 55. Os manifestantes reagem cantando: "o povo unido jamais será vencido"; Polícia Militar não permite a passagem dos manifestantes até o Congresso e revista um por um de quem pretende protestar contra a proposta que congela o teto dos gastos por 20 anos.

Contra a maioria: Prioridade do governo de Michel Temer, proposta congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos; segundo pesquisa Datafolha, 60% dos brasileiros são contrários à proposta; em seu discurso, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) lembrou que hoje completam-se 48 anos do AI-5 e diz que "esse é o AI-5 dos pobres"; "Hoje é um dia vergonhoso para o Senado Federal". Apesar da maior do povo ser contra, o presidente do Senado Renan Calheiro, outro que ignorou que a proposta que congela os gastos públicos por 20 anos é rejeitada por 60% da população e disse num tom de ironia ou de ignorância. "A votação mostra que o Senado continua antenado com a sociedade e com país, entregando aos brasileiros uma regra para regulamentar o crescimento das despesas, o que é muito importante", disse Renan Calheiros (PMDB).

Integrantes da oposição, ou seja do PT, PDT, PCdoB e Rede disseram que vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a aprovação da proposta. Para eles: "A PEC é inconstitucional, interfere nos outros poderes, que são independentes e autônomos, e também ataca o artigo da Constituição que impede que os direitos sociais sofram uma regressão. Então, o próximo passo efetivamente será pedirmos uma ação de inconstitucionalidade contra essa proposta de emenda constitucional", disse o senador Humberto Costa (PT-PE).

O senador Roberto Requião, disse que o senado votou pelo fim do estado social no Brasil. No Twiter ele disse: "Que sessão deprimente, que desatino. Estão destruindo a dignidade e a esperança no Brasil. A luta continua, no entanto", protestou o senador Roberto Requião (PMDB-PR). “53 senadores votaram a favor do fim do estado social no Brasil", criticou; peemedebista já havia dito que o Senado é suspeito para aprovar PECs e reformas após a delação da Odebrecht.

Na tarde desta terça, por 53 votos favoráveis e 16 contrários, o plenário do senado com votos favoráveis dos senadores baianos Otto Alencar do PSD e Roberto Muniz do PP e o voto contra da senadora Lídice da Mata do PSB, aprovou a contestada PEC que o governo chama de limitadora do teto de gasto, mas que na verdade limita os investimentos públicos diretos para a população. Segundo o texto, a medida congela ao nível da inflação interior o retorno dos impostos em forma de investimento público em saúde pública, educação, segurança, salários entre outros. A medida também proíbe concursos públicos, e diz que punirá o cidadão servidor público cujo chefe do executivo extrapolar nos gastos. A medida torna-se irrevogável por 20 anos, ou seja, durará até 2037, e só poderá ser revisada em 2027. Para justificar a aprovação a base governista usou de argumentos estranhos ao próprio texto e fez promessas que a PEC aumentaria o dinheiro da saúde e da educação e que gerará empregos. Argumentos que foram combatidos pela oposição, onde senadores afirmaram que os governistas, inclusive o relator nem leram o texto. O Senador Paulo Paim do PT do RS, disse que história irá provar quem está mentido para o povo e que todos são testemunhos que o governo aniquila o bem está social mentido dizendo que o está salvado. No dia 15 Renan Calheiros anunciou a promulgação da medida.

A ONU se manifestou contraria a PEC afirmando que a medida aumentará a fome e a miséria no Brasil. Veja aqui


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