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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

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Mesmo coma crise, Bahia mantém investimentos e salários em dia

Por: Itiruçu Notícias - sábado, 12 de novembro de 2016 - 0 Comentários


Mesmo  enfrentando os efeitos da crise econômica e da queda nas transferências da União, a Bahia está entre os estados brasileiros com melhor desempenho na gestão de suas contas públicas, de acordo com painel nacional publicado pelo portal G1 nesta sexta-feira (11).
O governo baiano e o do Mato Grosso do Sul são os únicos, no conjunto dos 27 estados do país, a apresentar desempenho satisfatório em todos os itens de um questionário reunindo sete efeitos negativos da crise econômica sobre as finanças estaduais.
De acordo com a tabela, a Bahia não cortou investimentos, não parou ou atrasou obras, não atrasou salários, não tem problemas de caixa para o pagamento do décimo terceiro salário, não atrasou o pagamento dos fornecedores, não decretou e nem avalia decretar calamidade no curto prazo.
"A Bahia não apresentou suspensão de obras, problemas de pagamento a fornecedores, nem atraso de salários aos servidores públicos. Além disso, já pagou 50% do 13° salário de 2016", diz a reportagem. O Estado, entretanto, apresentou um déficit primário de R$ 65 milhões no primeiro semestre.

Ouvido pelo G1, o economista Paulo Dantas, ex-presidente do Conselho Federal de Economia, afirma que a diferença entre o déficit atual e o superávit primário de R$ 1 bilhão em 2015 é relevante e demonstra o impacto da crise nas finanças do Estado. "Apesar disso, a Bahia tem uma das finanças mais equilibradas e o estado ainda tem o que podemos chamar de boa situação fiscal", diz o economista ao portal.
Dantas explica ainda que a crise no país, quando chega aos estados, especificamente à Bahia, atinge de imediato a arrecadação. "Nós estamos vivendo uma crise acentuada em todo o país e o impacto é na arrecadação. Isso tem uma repercussão nos cofres. As demandas são crescentes e os recursos limitados. O estado tem que viver com o que ele pode produzir".

Ao comentar a reportagem, o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, ressalta que a estrategia do governo baiano para enfrentar a crise envolve a adoção, desde 2015, de medidas para a contenção de gastos e a ampliação das receitas próprias.
"Temos agido com extrema cautela, sob a liderança do governador Rui Costa, para manter a operacionalização do Estado, preservando o papel do setor público como gerador de emprego e renda em um momento difícil para a economia, como acontece com os muitos empregos gerados pelas obras do metrô em Salvador".
O secretário ressalta que o Estado não está a salvo dos efeitos da crise, que ainda não dá sinais de arrefecer. A regularidade no pagamento dos salários, por exemplo, tem sido um desafio, pois a Bahia deixou de receber em 2016, R$ 509,3 milhões do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Ainda conforme a Sefaz-Ba, o valor se soma a R$ 1,05 bilhão em perdas com o FPE no período entre 2013 e 2015. "A Sefaz informou que apesar dos esforços para compensar as prejuízos com a arrecadação própria e o controle dos gastos, o governo baiano não está imune aos problemas financeiros que atingem outros estados da Federação", diz a reportagem.


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