"É a foto mais triste que já tirei na minha vida" - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


COLUNISTAS



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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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"É a foto mais triste que já tirei na minha vida"

Por: Itiruçu Notícias - domingo, 4 de setembro de 2016 - 0 Comentários


Assim Ashley Baryk descreve a foto que tirou de seus avós para relatar ao mundo o drama do casal de idosos. A imagem, postada no Facebook, imediatamente foi compartilhada milhares de vezes e foi notícia em todo o mundo.
Na foto, um homem de cadeira de rodas e uma mulher com um andador ortopédico estão sentados de frente para o outro e secam suas lágrimas com lenços de pano.
Wolfram Gottshalk, de 83 anos, e sua esposa Anita, de 81, são casados há mais de seis décadas. Apesar disso, foram obrigados a viver separados pelo que a família considera uma ineficiência no sistema de saúde público canadense.
Anita está em uma residência para idosos na ciudad de Surrey, na província de Columbia Britânica, no oeste do Canadá.
Seu marido, que foi diagnosticado recentemente com linfoma - câncer no sistema linfático - está em outra residência enquanto aguarda na lista de espera o traslado para junto da mulher com quem viveu mais de seis décadas.
Baryik, de 29 anos, compartilhou a imagem dos avós - Omi e Opi, como os chama - para chamar atenção sobre o que a família qualificou de "atrasos e demoras no sistema de saúde pública" do país.

Após a publicação da imagem no Facebook, doações foram oferecidas para levar o casal para uma residência privada. Mas as ofertas foram recusadas, pois o casal acredita no princípio de que seu exemplo sirva para pressionar por mudanças no sistema de saúde.
Facebook/Ashley Baryk/Reprodução


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