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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Atleta pedirá eutanásia após jogos Paralímpicos

Por: Itiruçu Notícias - sábado, 6 de agosto de 2016 - 0 Comentários


Marieke Vervoort não aguenta mais. A atleta paralímpica belga, duas vezes campeã do mundo de triatlo adaptado e confirmada para o Rio-2016, sofre com uma doença degenerativa que a paralisou da cintura para baixo.
“O Rio é meu último desejo, espero acabar minha carreira com um pódio. Começo a pensar na eutanásia. Vivi o que os outros só podem sonhar”, disse a atleta ao jornal francês Le Parisien.
Nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, ela levou o ouro nos 100 metros rasos em cadeira de rodas e outras duas pratas. Em 2015, no Mundial de Doha, no Catar, ela bateu recordes mundiais nos 400, 800, 1.500 e 5.000 metros.
Apesar de ter boas chances no Rio e poder estender ainda mais a sua carreira, Marieke não pensa na possibilidade. Ela só quer acabar com seu sofrimento diário de dores e desmaios. Sua doença ainda não tem cura e ela mal consegue dormir com os picos de dor constantes.
A eutanásia é liberada na Bélgica desde 2002 para doentes incuráveis que padeçam de um sofrimento físico e psíquico insuportáveis.


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