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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2018, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse na manhã desta quinta-feira, 1, que é ”inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça” e que sem ”Justiça não há paz”. ”Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito. Pode-se buscar reformar a decisão judicial, pelos meios legais, pelos juízos competentes. É inadmissível e inaceitável desacatar a justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual fora do Direito não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”, discursou Cármen. ”Sem liberdade, não há democracia. Sem responsabilidade, não há ordem. Sem justiça, não há paz”, completou a presidente do STF... CONTINUE LENDO

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Valor confirma nova delação contra Aécio Neves

Por: Itiruçu Notícias - - quinta-feira, 5 de maio de 2016 - 0 Comentários


Alvo de dois pedidos de investigação pela procuradoria-geral da República, um por propinas em Furnas e outro por uma operação para abafar o mensalão tucano, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) será alvo de outra delação premiada: a do executivo José Adelmário Pinheiro, ex-presidente da OAS.
A informação foi confirmada hoje pelo jornal Valor Econômico (leia aqui), e já havia sido antecipada no dia de ontem (leia aqui).
Pinheiro o acusa de receber propinas nas obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais. "Os pagamentos da suposta propina ocorreram entre 2009 e 2010, segundo teria dito o empreiteiro aos investigadores. O período corresponde ao fim da gestão de Aécio, que governou Minas Gerais durante dois mandatos, de 2003 a 2010", diz o Valor.
Em nota, o parlamentar se defendeu. "As obras da Cidade Administrativa foram absolutamente regulares, acompanhadas pelos órgãos de fiscalização do Estado e foram realizadas com absoluta transparência. Os editais de licitação foram previamente apresentados ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas", informou em nota. "O senador Aécio Neves desconhece a existência de declaração do senhor Leo Pinheiro que se refiram a ele. Se de fato houve tal declaração, o senador a repudia com veemência", diz ainda o texto.
Logo depois de perder a disputa presidencial de 2014, o senador Aécio se associou ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigado em diversos escândalos de corrupção, para promover um golpe parlamentar no País, sob o manto de um impeachment que começou a ser discutido logo após a derrota. Ontem, no Senado, o relator Antônio Anastasia (PSDB-MG), braço direito de Aécio, recomendou a cassação da presidente Dilma Rousseff.
Brasil 247


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