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O tempo urge e as memórias ficam, para revela a sua história. Recebi do amigo poeta Claudio Fernandes uma lembrança dos primeiros passos na área da informação. Na época não tinha internet, blogs, redes sociais, sites muito mesmo WhatsApp, mas já naquela época dávamos os primeiros passos na área da comunicação escrita. CONTINUE LENDO


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TCM representa ao MP contra prefeito de Itagibá

Por: Itiruçu Notícias - - terça-feira, 8 de março de 2016 - 0 Comentários

O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta terça-feira (08/03), determinou a formulação de representação ao Ministério Público contra o prefeito de Itagibá, Marcos Valério Barreto (PCdoB), e imputou multa no valor R$ 7 mil, em função da contratação da empresa Brasil Tag Tecnologia Ltda. – voltada ao combate à evasão escolar -, não haver atingido os seus devidos fins, gerando prejuízos ao erário e à comunidade beneficiária da ferramenta adquirida.
O contrato tinha por objeto a implantação e suporte do sistema de frequência de estudantes das instituições de ensino da rede de Itagibá, através da tecnologia de identificação por Rádio Frequência, com a implantação de um chip no fardamento dos estudantes, para atender a um fluxo diário estimado de 933 crianças, sob o valor total de R$ 341.400,00.
A denúncia foi formulada pelos vereadores Astrogildo da Silva Barbosa e José Soares, relatando a inutilidade dos serviços contratados, já que não acontecia a anunciada monitoração em tempo real dos alunos, via SMS, ou, quando ocorria, se dava em tempo bem posterior ao retorno do aluno à sua residência, e que o valor da contratação era exorbitante, tendo em vista que saiu pelo custo de R$ 365,91 por aluno beneficiado – bem superior ao mesmo serviço contratado pelo município de Vitória da Conquista, que pagou R$ 56,44 por aluno.
O relator do processo, conselheiro Paolo Marconi, confirmou a existência de disparidade entre os valores dos contratos celebrados em Vitória da Conquista e em Itagibá, nos anos de 2012 e 2013, respectivamente, ambos versando acerca do mesmo objeto, mas sendo cobrado no primeiro a soma de R$ 64,70 por aluno e ao segundo R$ 365,91. O gestor também não conseguiu comprovar a boa e regular aplicação dos recursos públicos gastos em função da contratação, vez que, apesar de se dizer satisfeito com os resultados alcançados, a prefeitura contratante só autorizou o pagamento de R$ 177.528,00, de um total de R$ 341.400,00 pactuado. Cabe recurso da decisão.


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