Operação Nota Zero: PF em Jequié e Itamari - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


COLUNISTAS



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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Operação Nota Zero: PF em Jequié e Itamari

Por: Itiruçu Notícias - quinta-feira, 24 de março de 2016 - 0 Comentários

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (23), a Operação Nota Zero, com o objetivo de instruir Inquérito Policial que investiga desvio de verbas e crimes contra a Administração Pública por parte de servidores da Prefeitura Municipal de Itamari, no interior da Bahia. De acordo com a PF, o inquérito em trâmite na Delegacia de Polícia Federal de Vitória da Conquista foi instaurado em virtude do não cumprimento dos dias letivos mínimos estabelecidos pelo Ministério da Educação na rede escolar municipal da referida cidade no ano de 2013.
Estão sendo cumpridos 05 Mandados de Busca e Apreensão e 07 Mandados de Medidas Cautelares Diversas da Prisão nas cidades de Jequié e Itamari, contra o gestor municipal, a primeira dama, a secretária de Educação, o Chefe do Setor de Recursos Humanos e o Procurador do município, que poderão ser presos caso a medida não seja satisfatória.
Os investigados responderão por fraude à  licitação; corrupção ativa e passiva; crime de responsabilidade dos Prefeitos; associação criminosa; falsificação de documento público; uso de documento falso; Extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento e coação no curso do processo do Código Penal Brasileiro. A decisão foi expedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região em Brasília, com pedido de prisão preventiva. As penas, se somadas, podem chegar a 20 anos de reclusão.
(Metro1)


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