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Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)
O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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Criança morre por suposta negligência médica em Ilhéus

Por: Itiruçu Notícias - quinta-feira, 3 de março de 2016 - 0 Comentários


Mas um caso de negligencia médica em Ilhéus Sul da Bahia, segundo o Portal Arravo a Srª Drielle dos Santos Chaves, acusa médicos do hospital de Ilhéus de terem sido negligentes, e acarretado na morte de sua filha, Dandara dos Santos.

Veja abaixo a Reprodução na integra o relato da mãe ao site:

“Minha filha estava com diarreia há nove dias. Comecei a dar soro Floratil, suco de goiaba , caju, macarrão, batata, e tudo que faz a diarreia parar. No dia 23 de fevereiro, a levei para o hospital de Ilhéus, e a médica plantonista Thais Reis me perguntou o que ela tinha, e informei que tratava-se de diarreia. Ela nem sequer a examinou, e receitou o soro Floratil. Informei que já vinha dando esse soro, mas a médica insistiu para que continuasse. A diarreia não passou, e fui novamente ao hospital no sábado, dia 27 de fevereiro, no período noturno, quando a Drª Teresinha, que é a pediatra de minha filha, atende. Dei entrada no hospital entre as 19:30 e 20h.

Comuniquei à médica que a minha filha estava só com diarreia, mas não estava vomitando, e não tinha febre. Aí, ela me disse que iria interná-la, e que ficaria só no soro, e no domingo pela manhã iria fazer exame de sangue e urina para saber a causa da diarreia, se era uma infecção, bactéria ou verminose.

Até ai tudo bem, subi com minha filha para o quarto, ela brincou, ficou assistindo vídeos no tablet que levei, e dormiu a noite toda. As 6h da manhã acordei com ela chorando, pois a enfermeira já estava terminando de colocar uma ampola de Plasil na bolsa do soro que minha filha estava tomando. A enfermeira aplicou rápido, nem sequer me chamou para falar que iria dar a medicação para a criança. Na mesma hora em que o medicamento entrou no organismo da minha filha, ela reagiu com fortes convulsões, arregalando o olho, e espumando pela boca, até que desmaiou.

A enfermeira já tinha saído do quarto, peguei minha filha no colo, a moça que estava comigo tirou o soro, e descemos correndo atrás da médica e da enfermeira. Pegaram a criança, colocaram ela no oxigênio, e um monte de aparelhos, juntou um monte de gente na sala, e eu perguntava como estava a minha filha, e ninguém respondia. Entrei na sala e ela já estava com os pés roxos e a barriga enorme. Fui retirada de lá, já desesperada, perguntava de minha filha e ninguém me respondia.

Aí, a Drª Teresinha veio me dizer que fez de tudo e que não conseguiu reanimar a minha pequena. Agora, para que ela foi dar Plasil para a criança, se ela não estava vomitando? Se ela ia fazer exame, para que dar medicação? Elas mataram minha filha. A médica e a enfermeira sumiram do hospital. Minha tia ficou lá a manhã toda para que a Drª Teresinha desse o laudo, que pegarei no dia 07, sendo que o plantão dela era até as 13h do domingo. Ela saiu do plantão e sumiu do hospital. Essa médica passou medicação errada e matou minha filha. Ela matou a minha filha!”.


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