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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


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Criança morre por suposta negligência médica em Ilhéus

Por: Itiruçu Notícias - quinta-feira, 3 de março de 2016 - 0 Comentários


Mas um caso de negligencia médica em Ilhéus Sul da Bahia, segundo o Portal Arravo a Srª Drielle dos Santos Chaves, acusa médicos do hospital de Ilhéus de terem sido negligentes, e acarretado na morte de sua filha, Dandara dos Santos.

Veja abaixo a Reprodução na integra o relato da mãe ao site:

“Minha filha estava com diarreia há nove dias. Comecei a dar soro Floratil, suco de goiaba , caju, macarrão, batata, e tudo que faz a diarreia parar. No dia 23 de fevereiro, a levei para o hospital de Ilhéus, e a médica plantonista Thais Reis me perguntou o que ela tinha, e informei que tratava-se de diarreia. Ela nem sequer a examinou, e receitou o soro Floratil. Informei que já vinha dando esse soro, mas a médica insistiu para que continuasse. A diarreia não passou, e fui novamente ao hospital no sábado, dia 27 de fevereiro, no período noturno, quando a Drª Teresinha, que é a pediatra de minha filha, atende. Dei entrada no hospital entre as 19:30 e 20h.

Comuniquei à médica que a minha filha estava só com diarreia, mas não estava vomitando, e não tinha febre. Aí, ela me disse que iria interná-la, e que ficaria só no soro, e no domingo pela manhã iria fazer exame de sangue e urina para saber a causa da diarreia, se era uma infecção, bactéria ou verminose.

Até ai tudo bem, subi com minha filha para o quarto, ela brincou, ficou assistindo vídeos no tablet que levei, e dormiu a noite toda. As 6h da manhã acordei com ela chorando, pois a enfermeira já estava terminando de colocar uma ampola de Plasil na bolsa do soro que minha filha estava tomando. A enfermeira aplicou rápido, nem sequer me chamou para falar que iria dar a medicação para a criança. Na mesma hora em que o medicamento entrou no organismo da minha filha, ela reagiu com fortes convulsões, arregalando o olho, e espumando pela boca, até que desmaiou.

A enfermeira já tinha saído do quarto, peguei minha filha no colo, a moça que estava comigo tirou o soro, e descemos correndo atrás da médica e da enfermeira. Pegaram a criança, colocaram ela no oxigênio, e um monte de aparelhos, juntou um monte de gente na sala, e eu perguntava como estava a minha filha, e ninguém respondia. Entrei na sala e ela já estava com os pés roxos e a barriga enorme. Fui retirada de lá, já desesperada, perguntava de minha filha e ninguém me respondia.

Aí, a Drª Teresinha veio me dizer que fez de tudo e que não conseguiu reanimar a minha pequena. Agora, para que ela foi dar Plasil para a criança, se ela não estava vomitando? Se ela ia fazer exame, para que dar medicação? Elas mataram minha filha. A médica e a enfermeira sumiram do hospital. Minha tia ficou lá a manhã toda para que a Drª Teresinha desse o laudo, que pegarei no dia 07, sendo que o plantão dela era até as 13h do domingo. Ela saiu do plantão e sumiu do hospital. Essa médica passou medicação errada e matou minha filha. Ela matou a minha filha!”.


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