Coluna Joselito Fróes: A Prostituta e o Poder - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


COLUNISTAS



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Coluna Joselito Fróes: A Prostituta e o Poder

Por: Itiruçu Notícias - terça-feira, 29 de março de 2016 - 0 Comentários

Ela era a prostituta mais velha daquele bordel, mas se achava a mais gostosa do pedaço. Qualquer homem que chegasse em busca do prazer, ela tinha que ser a primeira a se jogar em seus braços e oferecer os seus serviços. 
Ela não admitia de forma alguma, que as suas colegas fizessem o mesmo e caso isso acontecesse, ela ameaçava abandonar o bordel e ir embora. Mas como a casa precisava dos seus serviços, a engolia como sapo. As colegas a viam como sanguinária, sanguessuga, oportunista, a amiguinha da gerência. 
E de fato, ela jurava amores e fidelidade a gerência e sempre dizia: “aconteça o que acontecer, estaremos sempre juntos. Me preocupo com o crescimento e o desenvolvimento desta casa. 
Por isso serei sempre a fiel escudeira”. Mesmo ela sabendo que não era. Um belo dia, uma tremenda crise chegou no bordel. Os homens pararam de frequentar a casa, as bebidas que eram compradas num preço muito alto não estavam dando a lucratividade que se esperava e todos perceberam a gravidade do problema. 
A prostituta que até então se dizia fiel a gerência, começou a articular a sua queda e almejar o seu trono. Nos corredores do bordel, de quarto em quarto, ela articulava a saída de suas colegas, para que assim, enfraquecesse a administração. Percebeu-se então, que a PROSTITUTA nunca amou os homens e nem o bordel, o que ela queria era ser gerente.
Por Joselito Fróes


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