Êta lê lê Uma navalha na mão e uma eleição nos olhos - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

COLUNISTAS



Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge

Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Êta lê lê Uma navalha na mão e uma eleição nos olhos

Por: Itiruçu Notícias - - segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016 - 0 Comentários

Não é de hoje que ouvimos os administradores públicos reclamando aqui e ali, que os recursos estão cada vez mais escassos e que vem acontecendo uma queda constante na receita municipal.
Sendo assim, muitos não sabem de que forma vão conduzir os seus municípios com a arrecadação cada vez menor. 
Comenta-se, que o tiro de misericórdia foi dado com o último aumento do salário dos professores (aumento que pra categoria, ainda é muito pouco e que para os administradores públicos, foge da realidade de cada município).
Como a Lei de Responsabilidade Fiscal é severa e pune quem dela não segue a cartilha, muitos vivem de barbas de molho sem saber como fazer.
A dúvida certamente paira na cabeça de cada gestor:
"Devo usar a navalha e cortar parte dos meus colaboradores ou devo aguentar até onde eu posso e mantê-los visando as eleições?"
Seja qual for a decisão, percebe-se que não é tão fácil um posto de administrador público. Em tempos assim, é preciso criatividade e responsabilidade para saber gerir aquilo que lhes foi confiado.
O que faria você?
Seria um administrador ou um político?
Por Joselito Froés


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