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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

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“Pastor” Edimar se queixa de agressões no presídio

Por: Itiruçu Notícias - sexta-feira, 29 de janeiro de 2016 - 0 Comentários


De acordo com o diretor do Presídio, Alexsandro Oliveira (Alex Bombeiro), o Pastor Edimar reclamou de agressões ao amanhecer, mas não apresentava nenhum tipo de lesão (grave ou leve). Inclusive, o detento se recusou a realizar o exame de corpo de delito e durante a noite não acionou os Agentes Penitenciários. Depois ele teria dito que as agressões foram verbais. Ainda segundo Alex, para evitar contratempos, Edimar foi retirado da cela que dividia com Fábio e Adriano e agora compartilha o mesmo ambiente com um detento que responde por crime ambiental.
Na tarde desta quinta-feira, 28, Edimar foi novamente interrogado pelo Delegado Neuberto Costa, na Delegacia de Homicídios. Ele teria sustentado a versão que não participou do assassinato da Pastora Marcilene e sua prima. Porém, mais uma vez se colocou na cena do crime alegando que foi coagido.

A novidade é que mesmo negando a autoria do duplo homicídio e afirmando que foi coagido por seus amigos, participantes do crime, Edimar disse que estava antes no sítio de um rapaz bebendo com os outros (Fábio e Adriano).
Segundo o delegado Neuberto Costa, ele também não percebeu marcas de agressões em Edimar.
Para polícia a versão da agressão não passa de uma manobra da defesa, para atribuir o crime aos outros dois suspeitos, Edimar sair como vítima e, até mesmo, o advogado solicitar uma prisão domiciliar para o falso profeta.
Informações Bliz Conquista


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